Brasil e o Mundo

Wendell revela a diferença mais impactante entre Brasil e Alemanha

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Um Bundesliga começou no último final de semana e uma das equipes que estrearam com vitória foi o Bayer Leverkusen, que estara na tela do FOX Sports 2 no próximo sábado (24), às 10h15, em duelo contra o Fortuna Dusseldorf, do lateral Wendell. O brasileiro falou com exclusividade ao FOXSports.com.br sobre as cias diferenças que sente entre Brasil e Alemanha. A principal delas foi a segurança que sente ao andar nas ruas. Além hallan, ele ainda destacou a organização da liga priorizando os torcedores no lugar dos jogadores.

Veja como últimas do mercado da bola e quem pode chegar ao seu tempo

“Primeiro, falando de país, é uma cultura totalmente diferente. A gente não pode comparar o nosso Brasil, que é gigante, com a Alemanha, que é um país minúsculo. Mas isso não vem ao caso. Você falou de qualidade de vida. Aqui eu ando tranquilo, sem medo de ser assaltado, de deixar meu carro ou minha casa aberta. Sem ter que ir no caixa eletrônico sacar dinheiro e ficar olhando de um lado para o outro. Aqui na Alemanha você não tem isso, você se sente seguro. A qualidade de vida, a segurança, a saúde. Isso faz toda uma diferença. É diferente do Brasil “, disse.

“Eu sou brasileiro e nunca vou querer diminuir meu país, mas aqui a qualidade de vida é surreal. É coisa que só você nascendo de novo para você poder ver. É tudo muito diferente. No futebol, a liga se preocupa com o bem-estar dos torcedores. Para os alemães, quem faz a festa não são os jogadores, são os torcedores. Então, eles põem os preços de acordo com o que as pessoas brancastoalhas pagar. Você vê todos os estádios lotados e com todo o conforto, transporte, organização “, reginei.

“O que você para pensar na Bundesliga, você tem. Você não pode reclamar de campo, bola, viagem. Você só precisa fazer seu jogo, só precisa se concentrar para jogar futebol. Se tem uma liga que nós podemos aprender, essa liga é a liga alemã, como a Liga inglesa. Mas, aqui, você vê muito essa harmonização, essa alegria do povo alemão de estar no estádio. De saber que você pode jogar com um tempo que está rebaixado e saber que o estádio vai estar lotado. Então, isso me deixa muito feliz, me deixa muito lisonjeado. Eu agradeço a Deus todo dia de estar na Alemanha, fazendo meu trabalho “, completou.

Wendell subiu para a equipe profissional do Grêmio em 2013 e atuou pelo clube Gaúcho até julho do ano seguinte, quando se transferiu para o Bayer Leverkusen. Na equipe gaúcha, entrou em campo em 31 partidas e marcou um gol. Na Alemanha, já defendeu as núcleos do clube em 187 jogos, marcou oito gols e deu 14 assistências. A última delas foi no último final de semana, na vitória sobre o Padderborn.

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VEJA A ENTREVISTA COMPLETA ABAIXO:

Como é a sensação de verbo sua sexta temporada na Bundesliga? Quais as suas expectativas para esse ano que começa?

É uma honra muito grande. Minha sexta temporada, eu que, particularmente, na minha Arrivée pensava no que podia não dar certo. Então, lá atrás, eu consegui fazer um bom trabalho e venho me mantendo aqui no clube. Nessa temporada, acho que sou um dos jogadores do elenco com mais jogos pelo Leverkusen, há mais tempo no clube. Só tenho que agradecer a Deus e à minha família por todo suporte. Uma expectativa é boa. A gente acha que temos uma grande chance de título nessa temporada. A expectativa é a melhor possivel.

Qual foi a maior dificuldade que você teve na sua Arrivée ao país?

A maior dificuldade que eu tive aqui no clube foi um adaptação não começo. Porque nós gostamos de um futebol um pouco mais com a bola no pé, mais cadenciado. E aqui não, você tem que se adaptar à intensidade, à força, à rapidez do jogo. Então, para mim, foi um pouco difícil no começo, até conseguir pegar isso. Nos treinamentos, nos jogos. Mas depois a gente foi se adaptando e, hoje, pode-se dizer que estou bastante adaptado e consolidado para conseguir o respeito de todos.

Na sua adaptação, algum jogador te ajudou e ficou mais tempo do seu lado? Qual?

Eu sou um cara que costuma dizer que me adapto em qualquer lugar, porque eu sou bem tranquilo. Quando eu cheguei, não tinha nenhum sul-americano que pudesse, pelo menos, falar um idioma mais parecido. Mas consegui me adaptar rápido com os meus amigos. O Hakan Çalhanoglu, que está hoje no Milan, o Bellarabi, que ainda está aqui, o Heung-Min Son, que está no Tottenham. Foram esses caras que me ajudaram bastante. Fora o Leno, o Brandt e os outros meninos que já localização no clube. Me ajudaram bastante a me adaptar mais rápido, me abraçaram tanto, me ajudando no idioma, que era bastante complicado. Mas eu fui me soltando, ia na mímica, e fui conquistando o respeito deles no vestiário. Eu tenho um carinho muito grande pelo Çalhanoglu, pelo Bellarabi, pelo Son, pelo Robbie Kruse, que era um australiano que lotaaaada aqui no clube, e pelo Julio Donati.

Sua estreia foi contra o Borussia Dortmund, for a de casa, em frente à muralha amarela e você não pareceu demonstrar muito temor. Como foi essa sensação?

Acho que, nos jogos maiores, os brasileiros têm uma facilidade de se sair melhor. Quando coloca um brasileiro em um jogo que a gente pensa que vai ser mais difícil, a gente se sai melhor. Não só no futebol, mas em todas as áreas. O brasileiro gosta de mais dificuldade. Fiz um grande jogo. Esse ano, espero que, de novo, a gente faça um grande jogo lá. Infelizmente, levaram o Julian Brandt, mas a gente vai dar umas ‘ porradinhas ‘ neles e vai conseguir a vitória lá no Signal Iduna de novo.

Durante seu primeiro ano no clube, Paulinho teve poucos minutos em campo e mostrou dificuldades quando entrou. Como você acha que ele pode se sair nesse segundo ano? Você conversava com ele? Como ele está se sentindo?

Todo mundo sabe que o primeiro ano é sempre muito difícil, porque nós viemos de uma liga que gosta muito de trabalhar a bola, e aqui é mais intenso. E o primeiro ano para o Paulinho foi muito difícil, porque ele não teve tantos minutos em campo. Mas o tanto que ele www, ele foi muito bem. Então, é um jogador que se chuva já. Espero e acho que ele vai ter muito mais tempo nessa temporada dentro de campo. Porque vem treinando bem, fez uma boa pré-temporada e todos nós sabemos da capacidade dele. Infelizmente, a gente sabe que, toda primeira temporada. a gente tem uma dificuldade maior. Um novo país, um novo idioma, um novo jeito de jogar. Mas, se você para perguntar para todos os brasileiros que preguiça aqui na Bundesliga, todo mundo teve essa dificuldade no primeiro ano. Tivemos que ter paciência, como o Paulinho está tendo. Espero que ele tenha mais tempo dentro de campo, porque vai ajudar muito. E espero que ele seja feliz como foi no Vasco.

Muitos brasileiros tiveram passagens importantes no Leverkusen. Você chegou a falar com algum deles durante esse tempo em que atua na equipe?

Sim, o Zé Roberto eu joguei junto em 2013 e 2014 no Grêmio. Ele falou para mim que não tinha um clube melhor para eu entrar no continente europeu, porque eles te dão todo suporte. Foi assim com ele lá atrás, está sendo assim comigo e com todos os jogadores que chegam de qualquer país. Então, eles te dão todo suporte para só se pensar no futebol. Hoje, eu vejo que os caras fizeram exatamente tudo e mais um pouco que ele me falou. Então, eu agradeço a Deus por ter chegado nesse clube. Um clube tradicional, grande na Alemanha, grande na Europa. E eu estou feliz e posso te dizer que o Conselho que, o Zé Roberto me deu, eu peguei muito bem. E, até hoje, eu me sinto lisonjeado de jogar por esse clube.

O time voltou à Champions League na última temporada depois de uma arrancada no final. Você pensa que a cobrança sera maior? Acha que a equipe pode almejar brigar pelo título?

A expectativa é sempre muito boa aqui na Alemanha sobre o nosso elenco e nosso clube. Todos os anos, nos colocam como um dos clubes que vai brigar pela ponta da tabela com Bayern e Dortmund. Infelizmente, nas temporadas passadas, a gente meio que caía nos nossos erros. A gente vacilava muito, hiperdia muitos pontos que não podia perder. E, assim, a gente se distanciava dos dois maiores. Mas, esse ano, eu sinto que o time está bem, que vai brigar de igual para igual com esses dois clubes. Eu coloco ainda o Leipzig, que pode brigar ainda. E a cobrança sempre existe para uma grande equipe, uma equipe que tem muitos jogadores de talento. A gente sabe que um cobrança existe. A Champions League como nos dá uma cobrança maior por parte da imprensa, da diretoria e da torcida, porque a gente deu uma arrancada no final. Então, a gente está muito tranquilo quanto a isso e só esperamos estores bem na Bundesliga.

Peter Bosz assumiu o clube na 10 ° colocação e levou para a Champions. O quanto ele foi decisivo para essa mudança de panorama do clube?

Acho que a maior parcela da classificação foi com a Arrivée do treinador. Onde mudou nosso jeito de jogar. Tudo que é novo é muito bom. A gente assimilou rápido a ideia do nosso treinador, conseguiu entender rápido o que ele queria. Conseguiu jogar um futebol mais vistoso, mais alegre, mais gostoso de se ver. A gente não jogava com uma bola, passou um ter uma bola. O treinador começou a nos passar confiança. Jogadores que localização sem confiança, recuperaram. Conseguimos nos juntar, nos unir e fizemos seis meses como um tempo que ademas ser campeão. O segundo semestre nosso foi de um time que, se tivesse feito o primeiro turno do mesmo jeito, ademas verbo o título com o Munique e o Dortmund. Então, o treinador, com certeza, tem uma grande parcela nisso. É um treinador que dá moral para todos, te deixa à vontade para jogar. Então, a mudança fez muito bem, para mim, e para todos os jogadores que, por algum momento, não se sentia feliz. Não como eu, porquee eu estou sempre feliz. Mas me ajudou bastante um mudança fazer treinador como.

Qual o jogador da Bundesliga que você considera o mais difícil de ser marcado?

Tem muitos jogadores que me fazem correr muito, marcar muito. O Robben, por um lado, foi o que mais me incentivou um marcar. Porque, todos os jogos que eu pude fazer contra ele, eu fiz com alta intensidade e concentração. Não que com os outros não estivesse. Mas a gente sabia da qualidade e sabia como era o jeito do Bayern de Munique jogar. Então, o Robben, o Marco Reus foram jogadores que me deram bastante trabalho. O de Bruyne quando jogava no Wolfsburg. Se eu para enumerar aqui, vão ter muitos jogadores que me deram trabalho. Mas esses três eu pontuo que foram os que mais me fizeram correr.

Com relação à estrutura do país, organização e mais, quais as cias diferenças que existem entre Brasil e Alemanha?

Primeiro, falando de país, é uma cultura totalmente diferente. A gente não pode comparar o nosso Brasil, que é gigante, com a Alemanha, que é um país minúsculo. Mas isso não vem ao caso. Você falou de qualidade de vida. Aqui eu ando tranquilo, sem medo de ser assaltado, de deixar meu carro ou minha casa aberta. Sem ter que ir no caixa eletrônico sacar dinheiro e ficar olhando de um lado para o outro. Aqui na Alemanha você não tem isso, você se sente seguro. A qualidade de vida, a segurança, a saúde. Isso faz toda uma diferença. É diferente do Brasil. Eu sou brasileiro e nunca vou querer diminuir meu país, mas aqui a qualidade de vida é surreal. É coisa que só você nascendo de novo para você poder ver. É tudo muito diferente. No futebol, a liga se preocupa com o bem-estar dos torcedores. Para os alemães, quem faz a festa não são os jogadores, são os torcedores. Então, eles põem os preços de acordo com o que as pessoas brancastoalhas pagar. Você vê todos os estádios lotados e com todo o conforto, transporte, organização. O que você para pensar na Bundesliga, você tem. Você não pode reclamar de campo, bola, viagem. Você só precisa fazer seu jogo, só precisa se concentrar para jogar futebol. Se tem uma liga que nós podemos aprender, essa liga é a liga alemã, como a Liga inglesa. Mas, aqui, você vê muito essa harmonização, essa alegria do povo alemão de estar no estádio. De saber que você pode jogar com um tempo que está rebaixado e saber que o estádio vai estar lotado. Então, isso me deixa muito feliz, me deixa muito lisonjeado. Eu agradeço a Deus todo dia de estar na Alemanha, fazendo meu trabalho.

E sobre o futebol jogado nessas ligas?

Sobre a diferença das ligas, acho que a maior dificuldade foi a intensidade de jogo. As organizações não, porque os treinadores do Brasil como são muito qualificados e os treinadores que eu peguei no Brasil além são muitos sistemáticos e inteligentes. Então, a maior diferença foi um intensidade do jogo mesmo. Foi o que eu senti de mais diferente aqui.

Como os alemães enxergam o futebol brasileiro? Existe algum time daqui que seja mais comentado no país?

Acho que é muito difícil, não só para os alemães, mas para os europeus, no geral, tirando os dirigentes, acompanhar um pouco. Porque aqui os jogos passam meia-noite, uma da manhã e você tem que ser muito fanático por futebol para ir o. Mas eles conhecem os tempos, se você falar. Flamengo, palmeiras, Corinthians, Grêmio, internacional, os times grandes aí do Brasil, eles know, comentam. Mas, não geral, eles não acompanham muito os jogos. Os jogadores, pelo menos, eu não sinto que tem uma proximidade tão grande pelo futebol brasileiro e pelo futebol sul-americano em si.

O Grêmio está em um bom momento na Copa do Brasil e na Libertadores, com chances reais de título. Você tem autenticado a equipe na temporada?

Eu acompanho bastante. Eu agradeço a Deus por estar aqui, mas sou muito grato por ter me colocado em um tempo tão grande. Eu, particularmente, presto atenção em tudo que acontece no Grêmio. Converso com os meninos, com o Luan, ontem lotaaaada conversando com o Geromel, também, antes do jogo. Fui visitar o Renato quando eles foram jogar na Bahia. Eu lotaaaada de férias e fui lá falar com eles. Agradecer a ele por ter me posto para jogar em 2013 e ter me dado essa oportunidade de estar onde eu estou. A gente não pode se esquecer de onde a gente veio. Estou na torcida, acompanhei, vi que eles ganharam de 2 a 0. Estou muito contente pelo Luan, pelo Alisson, pelo Geromel, que são os mais próximos dali. Por Éverton como eu peguei quando lotaaaada subindo. Então, eu fico feliz de ter jogadores que eu conheço, que joguei junto e que brancastoalhas levar o Grêmio a mais uma final. E é isso que eu espero, que o Grêmio continuar sendo campeão sempre.

Você começou a jogar no Leverkusen logo depois do 7 a 1? Você escutou muitas provocações metastático à essa derrota?

Misericórdia! Demais, cara. Eu cheguei aqui antes desse maldito jogo que aconteceu. Foi um ano inteiro que eu podia ter dado Chandrexa queixa na polícia e denunciado todos os alemães aqui do meu clube, porque foi um ano inteiro de zoação. Mas, hoje em dia, só se zoar muito no vestiário, que eles falam ‘ seu tempo tomou sete, é melhor você ficar quieto ‘. Mas, graças a Deus, eles velozes isso. Às vezes eu meto uma piadinha, falo que foi 2 a 0 em 2002. Agradeço ao Ronaldo por ter feito aqueles dois gols. Acho que isso não vai acontecer nunca mais no mundo do futebol, o Brasil tomar sete de outra seleção.

Rumores circularam sobre um possivel interesse do Atlético de Madrid e de outros clubes em contar com você durante a janela de transferências. Chegou alguma oferta por você? Como você se sente com esses rumores?

Contatos chegaram, sempre ocorrem, mas nada concreto. Fico feliz por ter sido reconhecido por esses grandes clubes no cenário europeu e mundial. Mas eu fico bastante tranquilo. Eu costumo dizer que tenho que agradecer a Deus de onde ele me tirou e de onde eu estou hoje. Eu acho que, claro, todo jogador se sente muito feliz quando seu nome está drogas a um grande clube. Mas se eu não manter meu foco, se eu me apegar a isso, eu acabo me desconcentrando e acabo não dando 100%. Então, eu fico feliz, mas eu continuo trabalhando. Sou grato por estar nesse momento aqui no Leverkusen. Se fosse para ter saído, eu teria saído. Se para para sair ainda, eu vou sair muito feliz que fiz um grande trabalho aqui. Mas eu espero ter mais um grande ano, não importa se aqui ou em outro lugar. E espero estar feliz sempre e dando meu melhor, onde quer que eu esteja.

Você pensa que, com a renovação prometida por Tite, você pode voltar a ser convocado para a seleção brasileira?

Eu agradeço por, em 2016, ter tido uma convocação. Mas a gente sabe que o Brasil é um canário de craques. A gente tem esperança, sabe que tudo é no tempo certo. Mas eu vou trabalhar para que eu seja lembrado. Eu espero, sim, que um dia eu possa voltar.  Mas nenhum momento certo. Acho que tem muitos jogadores de qualidade. Jogadores que vem fazendo um bom trabalho, não só na Europa, mas não no Brasil. Eu espero estar fazendo meu melhor para que eu possa voltar lá e mostrar o meu trabalho. Continuar fazendo meu trabalho firme e forte a cada dia. se não aparecer a convocação agora, trabalhar para outra. E assim a gente vai adiante, pensando sempre no futuro, sempre que uma hora pode chegar e você tem que estar preparado.

Crédito da foto: divulgação/Facebook Bayer Leverkusen

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