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Capital

Suspeito no sumiço de garagista pede transferência para presídio

Solicitação serão analisadas pelo pelo juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande

Carlos Reis Medeiros de Jesus não é visto desde o dia 30 de novembro de 2021. (Foto: Reprodução/Facebook)
Carlos Reis Medeiros de Jesus não é visto desde o dia 30 de novembro de 2021. (Foto: Reprodução/Facebook)

Preso desde o dia 22 de fevereiro por suspeita no sumiço do garagista e agiota Carlos Reis de Medeiros de Jesus, de 52 anos, conhecido como “Alma”, Rodrigo José Martins da Silva, de 19 anos, pediu à Justiça para que seja transferido para um presídio. Atualmente, ele está detido na carceragem da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Cepol.

No pedido, protocolado ontem (18), alega estar “sendo tolhido de suas necessidades básicas, como direito ao sol, banho, produtos de higiene e alimentação”. Por isso, pede vaga em uma penitenciária.

Além disso, o investigado pediu para que a Justiça requisite nas operadoras de telefonia informações do rastreador do celular usado por ele. Com isso, o investigado quer provar que não estava nos locais apontados como os últimos onde a vítima esteve.

O Ministério Público Estadual já se manifestou e não se opôs aos pedidos. Embora, no caso da transferência, tenha alegado que o preso “não levou aos autos qualquer documento comprobatório das alegadas violações que supostamente vem sofrendo”.

As solicitações serão analisadas pelo pelo juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande.

Investigação – Carlos Reis está desaparecido há quase três meses, desde 30 de novembro de 2021, e indícios de que houve crime fizeram com que a DEH (Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Homicídio) iniciasse investigações sobre o caso no final do ano passado.

Foram feitas várias diligências pelos investigadores desde então. Na mesma semana em que desapareceu, um grupo foi flagrado com os veículos de Carlos em um desmanche. Também foi descoberta agiotagem feita pelo garagista, com valores altos, abrindo um “leque” de possibilidades e suspeitos. Um dos presos durante as investigações afirmou que ele era “agiota forte”.

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