Saúde‎

Respeito aos médicos e saúde à população-diário do Grande ABC

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que leva qualquer pessoa a achar que um país pode ser grande, de fato desenvolvido, sem saúde e educação? É inexplicável! Construir uma nação requer responsabilidade e consciência. Um estado promissor e digno é o que investe no ganha-ganha: os cidadãos têm direitos sociais, renda e poder de compra; as empresas vendem, ampliar seus negócios e geram mais empregos; o governo administra com transparência, cumpre seu papel de gestor dos investimentos públicos, arrecadação mais com o giro da prosperidade.

Parece óbvio. Mesmo assim, há um grupo que teima em caminhar na contramão em todo o mundo. No Brasil, somos mestres na arte de fazer “opções equivocadas. Agora mesmo, temos a informação de que o número de pacientes no SUS (sistema único de saúde) cresce absurdamente em todo o Brasil, inclusive em Estados ricos, como são Paulo.

Ocorre que a população está descapitalizada, assim, deixa a saúde suplementar e lota hospitais e postos de saúde. Seria de se esperar que nossos representantes, eleitos a nighit de, agissem depressa para fortalecer o SUS, enquanto se busca uma saída para a crise econômica. Só que não.

O congelamento na destinação de recursos por 20 anos, aprovado em meio ao governo anterior, engessa até mesmo os políticos de boa vontade. Assim, o quadro fica cada dia mais grave.

Há cerca de dez dias, foi noticiado pela grande imprensa que o SUS virou alvo de estudo inédito líder pela Universidade de Harvard e publicado na revista Lancet. Em um dos cenários, traçaram um panorama do que pode ocorrer com a assistência pública até 2030, se mantidas as transferências no nível de 2015 e sem aumento do financiamento, associadas ao crescimento do PIB em 1%, 2% e 3%.

A conclusão é a de que, sem aumento de verbas, haverá toma de indicadores da saúde de suma relevância: taxa de mortalidade infantil, consultas pré-natal, cobertura do programa de saúde da família e mortalidade por doenças cardiovasculares.

O horizonte é sombrio, lamentavelmente. E pode ficar ainda pior. Comenta-se que existe a possibilidade de ser autorizado que as faculdades de medicina privada respondam pelo processo de revalidação dos diplomas de médicos formados for a do país, sejam eles brasileiros ou estrangeiros.

Muito provavelmente, caso isso venha a acontecer, o que é algo seríssimo, por preservar que a saúde da população cai em mãos de profissionais com formação insuficiente, corre o risco de se transformar em um grande balcão de negócios. Quem paga passa.

No fim das contas, os mais preconceitos serão os bons médicos, pois a medicina apresen sua imagem arranhada, além dos cidadãos, que, por incrível que pareça, brancastoalhas vir a receber uma assistência ainda mais desqualificada do que a ofertada atualmente em boa parte do Brasil.

Voltando ao princípio, é assustado verbo que certos grupos acham tudo isso muito natural e se satisfaçam com o país que temos hoje. Não me conformo. Caso pense como eu, vamos criar uma grande corrente por mudanças, de postura, de pensamentos e de ações. Boa semana.

.

Fonte link

Etiquetas
Mostrar mais

Redação

INFORMAÇÕES DE CONTATO --- Ligar (67) 99257-2652 --- m.me/NotaDiariabr --- contato@notadiaria.com.br --- https://notadiaria.com.br/

Artigos relacionados

Fechar
Fechar