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Quarentena no Ushuaia detém saída de navio brasileiro de ciência antártica | Impacto

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Presos no fim do mundo. Pesquisadores e militares brasileiros estão impedidos de irem embora do Ushuaia, cidade na Argentina que fica no extremo sul da América Latina, porque o município está em quarentena devido ao coronavírus. Detalhe importante: ninguém no navio apresenta sintomas da Covid-19. Os embarcados passaram os últimos 40 dias na Antártica.

O Navio Polar Almirante Maximiano, conhecido como Tio Max, que tem capacidade para receber até 113 pessoas, sendo 30 pesquisadores, iniciou o caminho de retorno entre a Estação Antártica Comandante Ferraz, base brasileira de pesquisa na Península Antártica, e a cidade de Punta Arenas, no Chile. No meio do caminho, parou para abastecer no Ushuaia. Pouco tempo depois, os passageiros foram informados de que ninguém mais poderia descer do navio.

O navio chegou ao porto no dia 14 de março. No dia 16, receberam a informação de que também teriam que entrar em quarentena. No caso deles, o autoisolamento é dentro do navio. As pessoas não podem descer nem mesmo para o porto. O problema é que a embarcação depende do abastecimento de combustível para conseguir ir embora. A previsão é que o grupo ficará parado por sete dias. Na quarta-feira, 18, um navio antártico espanhol havia chegado ao porto de Ushuaia e enfrentou a mesma situação.

Na terça-feira, 17, as companhias aéreas argentinas anunciaram que vão suspender os voos para o Brasil, situação que afetará alguns dos passageiros que estão a bordo do Tio Max.

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Redação

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