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Brasil e o Mundo

Produzido no Brasil, Jeep Compassconta com altos níveis desofisticação e conforto

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Design é clássico e moderno. Crédito: Gabriel Dias

Quando a FCA decidiu construir o Polo Industrial de Goiana, no sertão pernambucano, para fazer os Jeep no Brasil, o grupo ítalo-americano estava dando um passo importante para nivelar a produção dos veículos nacionais com a qualidade dos similares feitos nos Estados Unidos. Fabricado no Brasil em sua segunda geração (a primeira surgiu em 2007, nos Estados Unidos, chegando a ser exportada para o Brasil), o Compass tem uma generosa gama, partindo da Sport 2.0 Flex 4×2, passando pela Longitude 2.0 Flex 4×2, pela Longitude Night Eagle 2.0 4×2, pela Limited 2.0 Flex 4×2, pela Longitude 2.0 a diesel 4×4 e pelas “top” Trailhawk 2.0 a diesel 4×4 e Limited 2.0 Turbodiesel 4×4 , além da série especial S a diesel 4×4, todas equipadas com transmissão automática de 6 ou 9 velocidades. A Limited 2.0 Turbodiesel 4×4 parte de R$ 182.790.

Já ao final de seu primeiro ano completo de vendas no Brasil, em 2017, o Compass assumiu a liderança entre os SUVs – o segmento que mais cresce no mundo –, tirando na ocasião o primeiro lugar do Honda HR-V. Depois, o modelo da marca norte-americana travou um saudável combate com seu companheiro de fábrica, o Renegade, até se estabelecer na segunda posição no ranking dos utilitários esportivos feitos no país. Em março deste ano, com resultados de vendas de automóveis já afetados pela pandemia do coronavírus, o Compass teve 3.059 unidades emplacadas e a décima sétima posição entre os carros e comerciais leves, segundo dados da Fenabrave. No primeiro trimestre, foram 12.055 unidades e uma média mensal de 4 mil vendas e a décima quarta colocação no mesmo ranking. Ou seja, descontada a situação atípica provocada pela pandemia Covid-19, o Compass preserva um desempenho estabilizado no balcão de vendas.

Com 4,41 metros de comprimento, 1,81 metro de largura, 1,64 metro de altura e 2,63 metros de entre-eixos, a configuração Limited 2.0 turbodiesel do Compass traz um design que combina de forma harmoniosa elementos clássicos e modernos. Na frente, a tradicional grade de sete fendas vem ladeada por elegantes faróis com leds. Já a traseira tem lanternas horizontais também com leds, que invadem a tampa do porta-malas. Os característicos detalhes irreverentes de design que ficam “escondidos” nos modelos da Jeep – os chamados “easter eggs” –, como o pequeno lagarto esculpido próximo ao para-brisa, surpreendem e encantam quem olha o carro pela primeira vez.

Motor possui torque de 37,5 kgfm
Motor possui torque de 37,5 kgfm. Crédito: Gabriel Dias

O modelo Limited 2.0 turbodiesel vem de série com sete airbags (frontais, laterais, de cortina e de joelhos do motorista), ar-condicionado de duas zonas com saída para os ocupantes do banco traseiro, chave presencial, sensores crepuscular e de chuva, bancos em couro, painel de instrumentos com tela TFT colorida de 7 polegadas, central multimídia Uconnect de 8,4 polegadas com câmera de ré, Bluetooth, retrovisor interno eletrocrômico, piloto automático adaptativo, rodas de liga leve diamantadas de 18 polegadas, monitoramento de ponto cego, tampa do porta-malas com acionamento elétrico e som premium Beats.

O preço inicial do Jeep Compass Limited 2.0 Turbodiesel Automático é de R$ 182.790, com carroceria em cores sólidas. As metálicas acrescentam R$ 1 mil ao preço, mas a perolizada bicolor soma R$ 1.500 à conta. Como opcionais, existem dois “packs”. O High Tech inclui controle de cruzeiro adaptativo (ACC), aviso de mudança de faixas (LDW), comutação automática de faróis, abertura eletrônica do porta-malas, sistema de som Premium Beats de 506 W (oito alto-falantes mais subwoofer) e aviso de colisão frontal com frenagem de emergência. Custa R$ 8 mil. O Protection agrega protetor de cárter e de barro dianteiro e traseiro e um adesivo “Pack Protection”. Sai por R$ 1.350. Ainda é possível incorporar o teto solar elétrico panorâmico, que acrescenta R$ 8.600 à fatura, e o revestimento cinza Ski Gray em couro para os bancos no lugar dos originais em couro preto, por R$ 1.500. Ou seja, com todos os opcionais disponíveis, o preço pode subir para R$ 203.740.

Experiência a bordo

A vida no interior do Jeep Compass Limited 2.0 é muito prazerosa e luxuosa, trazendo muito conforto e espaço aos ocupantes e, principalmente, ao condutor. Além de muitos equipamentos oferecidos e de fácil manuseio e interação, o motorista tem regulagens no banco (com ajuste lombar para relaxar a coluna durante o estressante dia a dia no trânsito) e altura e profundidade do volante. Nesse item, poderia ser disponibilizada a opção um pouco mais baixa, para acompanhar a altura mínima do assento. Conta ainda com uma ampla praticidade para o condutor, vinda da posição de dirigir alta e que traz uma sensação de poder, do assistente de estacionamento – faz a manobra sozinho, ficando o motorista responsável apenas por acionar o freio e engatar a marcha correta –, da tampa traseira elétrica, da chave presencial com partida à distância do motor, do alerta de obstáculos dianteiros e traseiros, do assistente de saída em ladeiras (Hill Holder), do freio de estacionamento eletrônico e dos alertas de tráfego cruzado.

Revestimentos internos são de plástico e emborrachados
Revestimentos internos são de plástico e emborrachados. Crédito: Gabriel Dias

Apesar de boa parte dos revestimentos internos serem de plástico e outros emborrachados, a qualidade de acabamento é de primeira. Os detalhes em preto brilhante em torno da tela de multimídia, da manopla do câmbio e das saídas de ar conferem um requinte notável. A cabine do Compass combina rusticidade, bom gosto e robustez característicos dos SUVs de segmento superior. Com área envidraçada bem adequada para seu tamanho, o jipe de luxo da FCA no Brasil é um veículo confortável, bem arejado para seus ocupantes, muito agradável de ser dirigido e ideal para longas viagens.

No chão e na mão

Em termos gerais, o Compass ocupa o pelotão de elite dos carros produzidos no Brasil. Embora compartilhe peças e itens com outros modelos da FCA no país, o projeto norte-americano foi quase inteiramente preservado. O Compass Limited é equipado com o propulsor 2.0 Multijet turbodiesel com injeção eletrônica de 170 cavalos a 3.750 rotações por minuto e torque de 35,7 kgfm a partir de 1.750 rpm, associado à muito eficiente transmissão automática de 9 marchas, com possibilidade de trocas manuais em “paddles shifts” localizados atrás do volante, e à tração 4×4. O desempenho do conjunto motriz é impressionante em relação de peso e potência, permitindo uma aceleração de zero a 100 km/h em 10 segundos e a velocidade máxima de 194 km/h, limitada eletronicamente.

Em caso de retomada de velocidade emergencial, se o motorista não estiver usando as “borboletas” para comandar o câmbio, é necessário uma pisada com mais vigor no acelerador para que o torque venha mais rápido, devido às características do motor a diesel. Ainda relacionado ao propulsor, a versão Limited não apresenta as típicas vibrações do motor abastecido com esse combustível. Isso se traduz também em silêncio e conforto dentro da cabine. Aliado a isso, a torção da carroceria pode ser considerada mínima para um veículo desse porte, com peso de 1.751 quilos, o que não é pouco.

Jeep Compass possui lanternas em LED
Jeep Compass possui lanternas em LED. Crédito: Gabriel Dias

Dotado de distribuição eletrônica de frenagem e controles de estabilidade e de tração, além dos modos de condução “Auto” (automático), “Snow” (neve) e “Sand/Mud” (areia/lama), o Compass Limited é um carro sempre “no chão” e na mão do motorista, sem sustos, mesmo em manobras e em pisos mais radicais. Tanta sofisticação, luxo e beleza do Compass topo de linha talvez façam o motorista pensar duas vezes antes de colocá-lo no barro, na lama e em trechos de off-road mais severos. No entanto, o carro está preparado para tudo isso – afinal, é um Jeep na sua essência.

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Redação

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