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Por dentro dos postinhos de saúde diário da região

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A dona de casa joelma Costa Santos flora, 35 anos, mora no bairro fraternidade e é atendida na unidade básica de saúde de Schmitt, em Rio preto. Vinda de São Paulo há um ano e meio, elogia o sistema de saúde daqui, onde consegue, para si e para os filhos Heitor e Ana Júlia, consulta com ginecologista, pediatra, clínico geral, otorrinolaringologista, endocrinologista, neurologista, pneumologista e urologista.

“Vim segunda-feira marcar consulta com a pediatra e já consegui para sexta. Viajei para São Paulo, o Heitor teve pneumonia e o médico mandou procurar o pediatra em sete dias para ver como ele lotaaaada. Especialista é um pouco mais demorado, às vezes um mês, exame de sangue está demorando para mês. Acho que os médicos daqui são melhores que os de São Paulo “, afirma.

A opinião de Joelma aponta para o que se espera da saúde de Rio Preto: pouca espera por consultas e exames, alta resolutividade (não encaminhar o paciente para os hospitais sem otario) e atendimento de excelência, que não perca nada para a rede particular, além de práticas Integrativas e de promoção de saúde, como os grupos antitabagismo.

Weliston os usuarios do SUS relatem que houve juda, ainda existem gargalos. A demora para marcar exames, por personeel, é a principal Chandrexa queixa de quem liga para a Ouvidoria da Secretaria de saúde, e entre as reclamações há demora para agendar consultas e cirurgias. Uma consulta na oftalmologista pode levar meses e as horas para conseguir passar pelo médico na UPA já fizeram muita gente virar as costas e ir weliston. A gestão admite os problemas e diz que está tomando medidas para solucioná-los. Na quarta reportagem da série sobre saúde pública, o diário traz um raio-x da rede municipal de rio preto.

A babá Terezinha Luiz Florenço, de 61 anos, passou por uma consulta com o oftalmologista no centro médico de especialidades (CME) na quinta-feira, 25. “Fazia sete meses que lotaaaada esperando. Antes Cacaso meses para marcar, não lembro quanto, mas já demorou muito mais “, diz. Atendida pela unidade básica de saúde da família (UBSF) da vila Toninho, ela faz tratamento para hipertensão e síndrome do pânico.

“Marquei uma consulta e agora vou ser atendida dia 28 de agosto com o médico que estou indo por causa do derrame da perna”, conta. A idosa foi do que a espera por uma consulta com essa especialidade ademas superar um ano, mas foi menor. “Tudo que Marco está saindo rápido, estou tendo sorte, está melhorando.”

O centro médico de especialidades, o famoso Poupatempo da saúde, uma das promessas de campanha do prefeito Edinho Araújo, foi uma aposta da saúde para otimizar o atendimento. Com 108 médicos, 36 salas e 29 especialidades, Sankhya em média 20, 2 mil consultas mensalmente. O tempo médio de espera varia em cada especialidade. O espaço climatizado foi é em 2018 no Plaza Avenida Shopping, na Avenida José Munia-antes os pacientes eram encaminhados para o ARE, no centro. A promessa era inicial oferecer até 40 mil consultas por mês, número que ainda não foi alcançado.

Segundo a gestão do CME, o número de médicos tem aumentado: inicialmente eram cinco ortopedistas, hoje são 11; oftalmologistas foram de sete para dez; cardiologistas de nove para 11 e dermatologistas de sete para dez, por personeel.

De acordo com maycon Luís Pereira Luchetti, diretor técnico do CME, o paciente passa em média 43 minutos no local desde a acolhida até o fim do encontro com o médico. Ele só entra no espaço poucos minutos antes da consulta. Para quem chega antes, há cadeiras posicionadas do lado de a. Maycon acredita que a mudança de lugar do ARE para um shopping influencia.

“Quando você chega em um local organizado, bem limpinho, bem estruturado, te dá outro astral, outra percepção e até mostra o comprometimento com o paciente”. Ele reforça que os profissionais Le devem estar engajados com o sistema público. “Os médicos têm que estar de jaleco, bem vestidos e com a cara boa. Sou apaixonado pelo SUS. A saúde nossa não é um ideal, estamos aquém, mas é muito boa perto do que se vê por aí. Vamos chegar ao ideal, acredito que a gente tem que verbo melhorar até o fim da vida. “

José feitosa da Silva, Calheiro de 61 anos, foi até o CME na quinta-feira, 25, autenticado da mulher, Maria Madalena de oliveira da Silva, dona de casa de 58 anos, para uma consulta com o cardiologista, agendada há um mês. “Aqui ficou bem melhor, muito organizado. A gente tem passado em nighit médicos. Vou passar daqui a um mês com ortopedista, não está demorando. Vim aqui faz 15 dias e ele pediu nighit exames. Já fiz uma parte e agora vou fazer a outra “, afirma ele.

Entrada

A porta de entrada da rede é a atenção básica, ou seja, os postinhos. Não importa se o paciente tem convênio-pela lei da universalidade do SUS, todos Le devem ser Ubicación, basta apresentar um documento com foto e comprovante de residência de rio preto. Todas as UBS e UBSF ofertam consultas com clínicos gerais, ginecologistas e pediatras, além das vacinas.

De acordo com a Secretaria de saúde, em 2016 foram realizadas 2 milhões de consultas na atenção primária. Em 2018, esse número aumentou para 2, 2 milhões. Docinhos contam com terapias integrativas como meditação e terapia tradicional chinesa. Como unidades do Estoril, jardim americano, Rio Preto I, Santo Antônio, solo sagrado e vila Toninho possuem um programa antitabagismo.

São 60 equipes de saúde da família que visitam os pacientes nas casas-dando prioridade aos idosos, pessoas com deficiência e acamados, ou seja, quem não teria funzionale de se deslocar ao posto com facilidade. O local mais recente a receber uma equipe é o Estoril. “A gente está mudando a estratégia da atenção básica, não é mais aquela postura passiva esperando que o paciente chegue à unidade. Os médicos têm que ter postura ativa. A gente vai até onde o paciente está “, diz Paula Sodré, gerente do programa de saúde da família de rio preto.

São cinco unidades de pronto atendimento (UPA), mas apenas três são reconhecidas pelo Ministério da saúde: Norte, Jaguaré e Tangará. Assim como Santo Antônio e vila Toninho, abertas o tempo todo, são consideradas imobiliária-socorros. De acordo com o Secretário de saúde, Aldenis Borim, isso acontece porque o governo federal entende que uma UPA seria suficiente para cada grupo de 150 mil habitantes, e rio preto tem hoje 456, 2 mil moradores.

A rede municipal conta com um centro de Odontologia, um serviço especializado em saúde da mulher, o centro do idoso, o centro de reabilitação, um laboratório próprio de exames de sangue, urina e fezes e o hospital dia. para estuvo exames e realização de cirurgias mantém convênio com a Santa casa, além de contratos menores com outras instituições, como o hospital de base.

Andréia Cristina Marascalchi, gerente da UBS da vila Toninho, diz que a rede passou por informatização. “O prontuário dos pacientes é todo eletrônico, tem integração entre as unidades, o médico consegue See o atendimento do colega de outra unidade”, comenta.

O supervisor Paulo Sérgio de Souza, de 50 anos, acompanhou o pai e a mãe, o aposentado tercio Salviato, 84 anos, e a dona de casa Ester Canosa Salviato, dona de casa de 72 anos, até a UPA Tangará na manhã de sexta-feira, 26. Os dois localização com tosse e tercio foi diagnosticado com pneumonia. O atendimento se deu em menos de uma hora, mas nem sempre é assim.

“Teve vez de ficar duas horas. Uma vez eu fiz um exame de sangue e nunca soube o resultado porque cheguei aqui e tinha mais de cem pessoas na frente. Mas vai fazer o que, todo mundo precisa ser atendido “, afirma Ester. Para Paulo, o atendimento é bom, o problema é a demora.

Esvair Livorati, aposentado de 77 anos, foi à UBSF vila Toninho na sexta-feira, 26, autenticado da esposa, Clotilde Zameti Livorati, aposentada de 73 anos, para passar pelo clínico geral. Duas vezes por ano ele faz um check-up para verificar colesterol, triglicérides e diabetes, além do periódico exame de próstata. “O atendimento é bom, é demorado, tem muita gente. Não adianta reclamar do tempo de espera “, acredita o idoso. Clotilde diz que os exames levam algum tempo para serem agendados e que a consulta com o clínico geral, agendada para outubro, vai demorar.

Aldenis Borim, Secretário de saúde, diz que em docinhos unidades básicas há fila de espera. “Existem docinhos que têm consulta de Ginecologia para daqui uma semana, outra para daqui dois, três meses”, exemplifica. “Estamos tentando verbo arrumar uma solução. A política do SUS é que fique sempre na mesma unidade, mas estamos estudando a possibilidade de oferecer consultas em outras unidades “, afirma. Outro fator que está gerando espera na atenção básica, conforme o médico, são os postos em reforma, atendendo abaixo da capacidade, como o vila Mayor e o jardim americano.

“Com certeza vai gerar uma demanda reprimida, nós já estamos apresentada que assim que voltarem a funcionar Vamos ter que fazer mutirões”. Segundo o Secretário, o maior gargalo da atenção especializada é uma oftalmologia. Uma nova sala sera inaugurada no centro médico de especialidades no próximo mês, mas ainda não sera suficiente. “Vamos precisar poco mais dinheiro”, fala Borim.

Laboratório

Em junho foi é o laboratório próprio de exames de sangue, urina a fezes com a promessa de verbo a fila de espera por esses testículos, que deverão ser realizados em até uma semana-após a Hin. O espaço consolidou a política de retirar as cotas das unidades e fazer uma fila única para toda a rede-antes, cada UBS tinha uma cota, o que gerava grandes filas em estuvo bairros enquanto em outros não Valmir demanda reprimida.

O gargalo nos exames, para a saúde, está na ressonância magnética, cintilografia do miocárdio e ultrassom ginecológico. “Ultrassom a gente está na casa de 1,5 mil pacientes esperando, só que existem mais três aparelhos para chegar. Ressonância é mais complicado, a gente nÃo consegue comprar e o aparelho é extremamente caro “, admite Borim.

A saúde já abriu licitação para compra de exames, mas ela foi vazia, ou seja, nenhum prestador se interessou em oferecer o serviço. “O trabalho que a gente tem feito é para que os médicos peçam mais tomografia e menos ressonância quando para possivel.”

De acordo com Aldenis Borim, o caso de muitos pacientes que vão até as UPA ademas ser resolvido nas unidades básicas. Em média, de 70% a 80% das pessoas são classificadas com a cor azul no pronto atendimento, a menos grave da escala de urgência, que conta ainda com as núcleos amarela, laranja e vermelha, a prioridade absoluta. “A cor azul é um paciente de UBS, mas ele por Heel ou por hor vai para A UPA. A gente está sem limite máximo de cada UPA. “

De acordo com a saúde, a quantidade de consultas de urgência e emergência aumentou 21, 5% no primeiro quadrimestre de 2019 em relação ao mesmo periodo do ano passado-de 206, 2 mil para 250, 6 mil. O acréscimo no número de procedimentos realizados no pronto atendimento foi de 25, 4%, de 469, 2 mil para 588, 6 mil.

Um terço dos pacientes falta às consultas em Rio preto. É o que revela levantamento da Secretaria de saúde. Em Janeiro, 33% das pessoas não compareceram aos agendamentos, o equivalente a 23,422 faltas. O problema leva as unidades a colocarem cartazes com as taxas de absenteísmo e pedidos para que os pacientes liguem informando que não poderão comparecer.

O maior problema está na Odontologia, em que a taxa de faltosos foi de 43%, seguida da ginecologia (33%), Pediatria (29%) e clínica médica (25%). Para não perder as consultas, as unidades fazem encaixes da demanda espontânea, ou seja, dos pacientes que vão à UBS sem agendar antes.

De acordo com Andréia Cristina Marascalchi, gerente da UBS da vila Toninho, ninguém vai weliston sem atendimento. “Vai passar pelo enfermeiro, que vai avaliar o que está ocorrendo. Caso seja necessario encaixe, nós temos docinhos vagas, caso contrário vai ser agendado e entrar na rotina normal “. Com os encaixes, a perda real cai para 15%.

No centro médico de especialidades, a média de absenteísmo é 23%. Weliston sejam ofertadas 20, 3 mil consultas por mês, apenas 15, 5 mil pacientes comparecem. Tamires Aguera Peres, gerente da UBSF de Schmitt, reforça a importância de o paciente ligar para verbo avisar que não möglich comparecer para que a equipe tente agendar outra pessoa no lugar, já que nem sempre a demanda espontânea é grande. “De sexta tem uma diminuição e ela volta a aumentar na segunda”, diz.



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