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Capital

Ponte no Polo Empresarial Oeste terá 40 metros de comprimento

Nesta semana, Prefeitura começou a colocar as vigas de concreto para a estrutura da ponte no Jardim Carioca

Vigas de concreto sendo colocada durante a obra da ponte (Foto: Denilson Secreta | PMCG)

Com obras iniciadas em outubro do ano passado, a Prefeitura de Campo Grande começou a erguer e assentar as vigas de concreto para a estrutura da ponte de 40 metros de comprimento e 22 de largura, que está sendo construída sobre o Córrego Imbirussu, que garante o acesso ao Polo Empresarial Oeste.

A estrutura vai garantir o acesso ao Polo Empresarial pela Avenida 7 que atravessa o Nova Campo Grande e o Jardim Carioca. A travessia encurtará em ao menos 6 quilômetros  o trajeto de quem mora na região e trabalha nas indústrias.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, a  expectativa é que as obras terminem até junho deste ano.  O projeto abrange ainda 4 km de ciclovia, a partir da rotatória da Avenida Amaro Castro Lima e acompanha as avenidas 2 e 7.

Ainda como parte das obras, a Avenida 7 está sendo duplicada e foi prolongada até o Polo Empresarial onde as ruas Anne Salim Saad e Solo Padilha foram asfaltadas, totalizando 2.154 quilômetros. Além disso, está programada a iluminação pública com energia elétrica solar captada por placas fotovoltaicas instaladas em cada poste.

Ainda de acordo com a Prefeitura, a ciclovia que dá acesso ao polo será complementada com a implantação de mais 11 km de ciclovia, previsto no projeto de vias estruturantes.

Balanço – Na primeira etapa das obras do Nova Campo Grande foram feitos 52% do asfalto programado, 84% do recapeamento e 9,6% da drenagem. O que corresponde a 7,3 km de pavimentação e 7,4 de recapeamento.

Além disso, a Avenida Amaro Castro Lima já está duplicada até a confluência com a Avenida 2, onde se junta para formar a Avenida 7. Também foram concluídas as duas rotatórias, uma delas, com a Avenida 4, que faz ligação com o Bairro Serradinho.

Conforme a   Prefeitura, por conta das características do solo foram necessárias soluções de drenagem diferenciadas. Como pedra rachão na base do asfalto,  rebaixamento do lençol e construção de colchões de drenagem para evitar que a água das nascentes venha para a superfície e destrua o pavimento.

Fonte

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