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Polícia Civil conclui investigação acerca de homicídio ocorrido em abril em Bataypora

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Batayporã (MS): Policiais civis da da Delegacia de Batayporã, com apoio do Setor de Investigações Gerais de Nova Andradina concluíram hoje, 28, a investigação que apura a morte ocorrida no último dia 28 de abril em Batayporã.

Segundo já se noticiou, desde a localização do corpo de Fernanda Daniele de Paula Ribeiro dos Santos (36), em uma plantação de milho no cascalho que liga os municípios de Batayporã/MS e Nova Andradina/MS, a Polícia Civil teria realizado a inquirição de diversas testemunhas bem como teria procedido a análise do notebook pessoal da vítima, os quais culminaram no cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência do investigado, ora namorado da vítima.

No local teria se procedido a apreensão de telefone celular, algumas vestimentas, panos bem como o veículo do investigado, todos submetidos a exame pericial e análise pelos Investigadores de Polícia, oportunidade em que, teria se angariado elementos suficientes para se representar pela prisão temporária dele.

Prisão esta, aliás, que contou com manifestação favorável do Ministério Público e decretação pelo Poder Judiciário, com cumprimento no último dia 02/05/2021.

Em razão dos elementos probatórios então produzidos, teria se realizado o indiciamento do investigado, o qual, inquirido, reservou-se em seu direito constitucional de permanecer em silêncio.

De modo que, realizadas análises e submetidos os materiais apreendidos a exames periciais, os Laudos concluíram pela presença de material genético da vítima tanto nas vestimentas apreendidas na residência quanto no interior do veículo do investigado.

Do caso

Conforme restou apurado na investigação, a vítima Fernanda e o suspeito possuíam um relacionamento amoroso (namoro), o qual era muito conturbado e, no dia em que Fernanda foi morta, 28/04/2021, teriam marcado de se encontrar, no início da noite, fato, este, comprovado tanto através dos elementos contidos no telefone celular do investigado quanto em outras imagens de câmeras de segurança do entorno da cidade e oitiva de testemunhas.

Se não bastasse, após a prática do crime, o indiciado teria tentado se desfazer de elementos probatórios atinentes à investigação, razão pela qual, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado, em razão de entender estarem preenchidos os requisitos legais e aguarda decisão do Poder Judiciário.

Registre-se que o prazo da prisão temporária (30 dias) se esgota na próxima segunda-feira, oportunidade em que os autos de Inquérito Policial serão remetidos ao Poder Judiciário e Ministério Público.

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Redação

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