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Oferta de CRA pode dobrar este ano e superar R $11 bi

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Ocenário macroeconômico impulsiona a procura por Certificados de recebíveis do agronegócio (CRA), tanto por empresas do agro como por investidores. A previsão é de que as emissões do título em 2019 superem R $11 bilhões, quase o dobro do contabilizado no ano passado, de R $6 bilhões, conta Fábio Fukuda, sócio e Head de renda fixa em mercado de capitais da XP investimentos. Entre Janeiro e junho, como ofertas de CRA chegaram a R $5, 5 bilhões, segundo dados da Comissão de valores mobiliários (CVM). Fukuda explica que companhias do agro picinato a captar recursos no exterior veem o CRA como opção mais vantajosa no momento: as taxas de juros cobradas no país estão mais baixas do que no mercado internacional. Para o investidor, o papel se mostra mais remunerador hoje do que outras aplicações, por isenção de imposto de renda. A melhor gestão financeira de produtores e empresas é outro estímulo ao investimento no CRA.

Apetite

A Belagrícola, distribuidora de insumos agrícolas controlada pela chinesa Dakang, acaba de captar R $56, 2 milhões por meio de CRA e já vislumbra a segunda emissão do ano. O primeiro financiará como compras de cerca de 2 mil produtores; o segundo, Dear em R $50 milhões, atenderá em torno de 400 Pequeños agricultores, prevê o diretor financeiro da empresa, Fabio Jacob. A operação sustentará a meta de obter receita de R $800 milhões com a venda de insumos, 20% acima da do ano passado.

Novo na área

Quem tem está de olho no mercado de CRAs é um Startup Mark 2 Market. -Após nove anos atuando com gestão de risco, a fintech solicitou à CVM aval para operar como depositária de CRAs, com foco em produtores e empresas de médio porte. Hoje, a B3 é a única depositária do mercado. A Mark 2 Market simbólica centralizar em seu sistema documentos fornecidos pelos emissores, visando a dar mais segurança a investidores, conta Rodrigo Amato, CEO da startup. “A Selic em baixa estimula a demanda por investimentos mais remuneradores”, diz.

Bola da vez

Grandes empresas emissoras de CRAs não têm obrigação de enviar documentação à B3, segundo Amato. Os dados são entregues às securitizadoras, o que, para investidores, é uma operação segura. “As médias empresas têm dificuldade de emitir CRAs por não serem tão aplicação. Queremos fornecer informações sobre elas porque a expansão dos CRAs deve vir deste segmento “, diz Amato, lembrando que o recuo do crédito com juros subsidiados estimula a busca por” opções.

Nada desprezível

A elevação na mistura do biodiesel ao diesel de 10% (B10) para 11% (B11) trará uma economia estimada de US $1 bilhão ao ano. Conforme cãlculos do Ministério das minas e energia, o valor considera a menor importação do combustível de petróleo. O B11 além deve fomentar as indústrias blablabla, já que a oferta do bicombustível aumentará 10% a partir de 1. º de setembro, quando a nova mistura passa a valer. O maior uso de biodiesel deve demandar 560 milhões de litros, volume que crescerá se a economia se recuperar.

De duas a uma

A União da indústria de cana-de-açúcar (unica) rupturas para evitar a tributação do etanol em uma única fase, caso seja autorizada a venda direta de usinas a postos de abastecimento. Hoje, impostos são recolhidos na indústria e na distribuidora. A entidade defende a adoção de um regime monofásico para a venda direta e a manutenção das duas etapas se a transação passar pela distribuidoras. Para a unica, a tributação em uma etapa faria as usinas perderem receita, assim como os quase 70 mil produtores de cana-de-açúcar, e aumentaria a carga tributária em até 80%.

Ouro branco

A tecnologia da produção brasileira de algodão surpreendeu o embaixador da Indonésia no Brasil, EDI Yusup. “A qualidade do algodão é excelente, mesmo com A produção em larga escala”, disse Yusup-após visitar lavouras de Luís Eduardo Magalhães e barreiras (BA) em expedição promovida pela Confederação da agricultura e pecuária do Brasil (CNA). Segundo o diplomata, o país pretende adquirir “ainda mais” fibra brasileira.

Enquadrada

Entidades do agronegócio preparam manifesto contra a proposta defendida pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), de tributar a produção, inclusive de produtos exportados, em Estados. Apesar de outros dos governadores, como o gaúcho Eduardo leite (PSDB), sustentarem a ideia, elas lembram que Caiado é aliado histórico e liderou a frente parlamentar da Agropecuária (FPA). Além de protocolarem a carta de repúdio à proposta no gabinete do Goiano, trabalharão com outros dos governadores para que não a apoiem.

Sucesso

A 20 ª feira de agronegócios Coopercitrus (Feacoop), realizada entre 29 de julho e 1º de agosto em bebedouro, no interior paulista, gracco R $842 milhões em negócios e recebeu 12 mil visitantes. O volume financeiro supera em 40% os R $600 milhões movimentados em 2018 e em 29, 5% o total Dear para 2019, de R $650 milhões. Em 2020, a feira apresen novo nome: Coopercitrus Expo.

/Colaborou Isadora Duarte



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