Política

TRE-MS já aprovou 129 candidaturas em MS, duas delas para o governo

A Justiça Eleitoral já aprovou 129 candidaturas em Mato Grosso do Sul, sendo duas ao governo estadual e três do Senado. Entre os candidatos que já tiveram aval aparecem o ex-vereador Marcelo Bluma (PV) e o ex-prefeito de Mundo Novo, Humberto Amaducci (PT), que estão na disputa pela sucessão estadual.

Por enquanto nenhum candidato teve candidatura indeferida, estando apenas 11 inaptos por terem renunciado à disputa, depois do registro no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de MS). No cargo de vice-governador, Luciene Maria da Silva (PT) aparece apta para eleição.

Na disputa ao Senado, que tem 13 nomes em busca de duas vagas, os candidatos Humberto Figueiró (Pode), Marcelo Miglioli (P)SDB) e Nelsinho Trad (PTB) já foram aprovados pela Justiça. Ao cargo de primeiro suplente (Senado) quatro nomes tiveram aval: Elias Camilo dos Santos (PV), Laerte Tetila (PT), Antônio Dionízio da Silva (PSB) e José Chagas dos Santos (DEM).

Para segunda suplente (Senado) já estão aptos Daniella Hall (PSD), Gisele Marques de Araújo (PT) e Terezinha Bazé de Lima (DEM). Dos 351 deputados estaduais que estão no pleito, 66 já foram aprovados, entre eles Pedro Kemp e Cabo Almi, ambos do PT, que buscam a reeleição na Assembleia Legislativa.

Já para deputado federal, dos 123 candidatos, 50 nomes foram liberados pela Justiça. Nesta lista aparecem Fábio Trad (PSD), Elizeu Dionízio (PSB), Geraldo Resende (PSDB), Vander Loubet (PT) e Tereza Cristina (DEM) que buscam a reeleição, assim como o deputado estadual Beto Pereira (PSDB) e a vice-governadora Rose Modesto (PSDB), que tentam vagas na Câmara Federal.

Deputado Zeca do PT aguarda avaliação da Justiça, após pedido de impugnação (Foto: Arquivo)

Impugnações – Dos 16 nomes em que o Ministério Público Eleitoral pediu a impugnação da candidatura, apenas Omar Francisco Kadri (Pode) já está fora da disputa, porque renunciou ao pleito. Ele tinha sido indicado como segundo suplente ao Senado, de Humberto Figueiró (Pode). O problema estava na falta de inscrição eleitoral e filiação partidária.

Os outros 15 nomes, entre eles do deputado federal Zeca do PT, que vai concorrer ao Senado e do deputado estadual João Grandão (PT), que busca reeleição, ainda não foram analisados pela Justiça Eleitoral. Caso sejam considerados inaptos, podem recorrer da decisão.

Zeca foi considerado inapto pelo Ministério Público Eleitoral, por condenação em ação de improbidade administrativa, em função das denúncias da chamada “Farra da publicidade”, quando era governador do Estado. Já João Grandão cita-se (condenações) crimes contra administração pública, lavagem de Capitaol e formação de quadrilha.

(*) Campo Grande News

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Gabriela Rufino

Jornalista 📰💻 Acadêmica de História 📚 @willsince94 💑
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