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Mulher é demitida por fazer maratona de Friends no trabalho

Foram 55 episódios em dois dias de trabalho.

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Enquanto ferve no Twitter uma discussão sobre qual seriado é melhor, Friends ou Seinfeld, há quem seja tão viciado nas histórias de Chandler, Ross, Joey, Phoebe, Rachel e Monica que esteja disposto a colocar seu emprego em risco para assistir só mais um episódio (ou 54). É o caso de Chase Robinson, assistente de produção que deu a sorte grande de ser contratada pela produtora de Robert De Niro mas não conseguiu abrir mão da Netflix.

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A lista de motivos que levou Chase direto para o RH da empresa, claro, é bem mais extensa do que isso: a funcionária, que chegou a subir ao posto de vice-presidente de produção e finanças (com um salário de US$ 300 mil) da Canal Productions, está sendo processada por gastar seu orçamento de trabalho com despesas pessoais, usar cerca de 3 milhões de milhas do cartão de milhagens de Robert De Niro com viagens particulares e mais uma série de atividades suspeitas envolvendo o budget da empresa.

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Mas um foi um detalhe específico que chamou atenção no processo judicial de US$ 6 milhões: a Canal Productions acusa Chase Robinson, entre outros fatores, de fazer maratonas intermináveis de Friends durante seu expediente, sem poupar detalhes: “Em um período de quatro dias, de 08.01 (terça-feira) a 11.01 (sexta-feira) deste ano, 55 episódios de Friends foram assistidos. Parece ainda que Robinson assistiu, depois da maratona, mas 32 episódios no sábado, comprovando que não há qualquer limite para os aficcionados pelo seriado – especialmente se os episódios em questão cobrem a era em que Ross e Rachel estão dando um tempo.

“Assistir seriados na Netflix não é em qualquer instância parte com os deveres e responsabilidades do cargo de Robinson”, alega a produtora. “Isso foi feito para entretenimento e prazer pessoal, quando ela na verdade estava sendo paga para trabalhar.” Quem sabe um trabalho de garçonete no Central Perk não seja a solução?

(*) Vogue

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