Agronegócios‎

MP apura esquema de sonegação do agronegócio que gracco perdas de R $1,5 bilhão

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Brasília
Operador de trator
na pequena cidade de Unaí (MG), vilmar Gomes da Silva, de 36 anos, vivia com pouco mais de um salário mínimo em uma casa financiada pelo programa
Minha casa minha vida
. Apesar de nunca ter sido agricultor, foi surpreendido por uma fiscalização da
Receita Federal
no ano passado. Os auditores queriam saber como ele Valmir vendido R $34 milhões em grãos sem declarar impostos. Vilmar respondeu que não era agricultor, nunca vendeu grão e o melhor do seu patrimônio era uma bicicleta.

A receita descobriu, então, que vilmar e outras 22 pessoas foram usadas como laranjas por esquema bilionário de sonegação fiscal, capitaneado por produtores rurais de
Minas gerais
, mas que pode ter alcançado ao menos
12 Estados
Ana o
Distrito Federal
.

As suspeitas foram informadas ao
Ministério público de minas gerais
, que abriu uma investigação sigilosa em agosto de 2018, a
Operação Ceres
. O caso envolver produtores do setor de grãos, principalmente feijão, soja e milho, mas pode chegar a indústrias alimentícias do Brasil, que compravam os produtos originados de sonegação.

Leia como: Ministra da agricultura defende uso de armas para defesa em propriedades rurais

-Após a análise de documentos e de centenas de aparelhos eletrônicos apreendidos em novembro, a investigação ganhou fôlego. Em um trabalho conjunto, o MP e a Secretaria da fazenda de minas detectaram almeja fiscais envolvendo 487 produtores rurais de 137 municípios brasileiros. Eles teriam feito emTransações com empresas de fachada usadas para gerar notas fiscais falsas para sonegar impostos.

Lavagem em camadas

Com base nesses dados, os órgãos expediram intimações para todos esses produtores na semana passada. Eles têm 15 dias para pagar Português os impostos sonegados. Caso contrário, poderão ser alvos de investigações por crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A estimativa das autoridades é recuperar pelo menos R $1,5 bilhão sonegado de ICMS, que é um imposto estadual. Mas o material como sera encaminhado à receita para a cobrança dos impostos federais sonegados.

Entenda o esquema investigado:
A indústria alimentícia
empresas ‘ noteiras ‘, para poderem
vender sua produção à indústria
tributos da sua comercialização
Tributos sonegados
ICMS, FUNRURAL e imposto de renda
Estimativa da sonegação
Ao menos
R $1,5 bilhão
Alvos
487 produtores rurais tiveram almeja identificadas
Onde estão
Os investigados se espalham por 12 Estados e no distrito federal

Entenda o esquema investigado:
vender sua produção à indústria alimentícia,
Mas não recolhem tributos da sua
A indústria alimentícia
Tributos sonegados
ICMS, FUNRURAL e imposto de renda
Estimativa da sonegação
Ao menos
R $1,5 bilhão
Alvos
487 produtores rurais tiveram almeja identificadas
Onde estão
Os investigados se espalham por 12 Estados e no distrito federal

O trabalho é coordenado pelo promotor Genney Randro Barros de Moura, do MP-MG, e pela Superintendência Regional da fazenda de Uberlândia (MG). O próximo passo da investigação sera descobrir se as grandes indústrias alimentícias além se beneficiaram do esquema.

— Aqueles que não fizerem denúncia espontânea no prazo estabelecido serão alvos de ação fiscal para apuração da sonegação dos últimos cinco anos. O MP buscará no judiciário as quebras de sigilo contra quem necessario para para identificar o fluxo do dinheiro sonegado — disse Moura.

De acordo com documentos da investigação, o esquema tinha várias camadas de lavagem de dinheiro. Primeiro, empresas de fachada em com documentos de laranjas simulavam a compra de grãos.

Leia como: ‘ O agronegócio pode crescer sem derrubar uma única árvore ‘, defende Tereza Cristina

Em seguida, produtores rurais compravam dessas empresas notas fiscais fraudulentas para acobertar o transporte de sua produção para os reais clientes, de quem os produtores recebiam sem recolher impostos.

— Para escapar do ICMS e do imposto de renda, o contribuinte vendia toda a sua produção agrícola sem nota fiscal. Mas, para poder fazer o transporte dessa mercadoria e a venda para a indústria alimentícia, ele buscava empresas “noteiras” de fachada. Unaí foi o grande foco dessa operação porque é onde está concentrada a maior parte dessas empresas. Elas são em só para fabricar notas, não vendem mercadorias e não recolhem nenhum imposto — disse Flávio Silva Andrada, coordenador do núcleo de acompanhamento criminal da Superintendência Regional da fazenda de Uberlândia.

Operações com empresas “noteiras”

Um dos núcleos do esquema criminoso, segundo o MP, era o escritório CCR contabilidade, dos Irmãos Armando e Elson José de Sousa. Eles das como contadores ou sócios de várias empresas envolvidas nas fraudes, como a terra viva agronegócios, que tem mais de 70% de suas operações com empresas “noteiras”. Segundo os investigadores, a empresa tem como clientes grandes indústrias alimentícias em São Paulo, Pernambuco, Paraíba e outros Estados.

A terra viva tinha como sócios meros laranjas com patrimônio incompatível com o faturamento da empresa, de R $500 milhões nos últimos dois anos, sem nenhum funcionário registrado.

Como é Entidad no esquema a empresa Amaral nutri atacadista, de Roberto Cezar do Amaral filho, que emitiu R $49 milhões em notas fiscais falsas para uso pelos produtores rurais envolvidos no esquema, de acordo com a receita federal. “A empresa utilizada pelo requerido (Roberto) para prática de milionários declarados do foi constituída exclusivamente para o fim de sonegação fiscal, assim como suas supostas fornecedoras”, diz o inquérito.

A defesa de Armando José de Sousa, da CCR contabilidade, reginei que só vai se manifestar nos autos do processo. O advogado de seu irmão Elson não foi bem localizado. O advogado de Roberto Amaral, Ari Inácio de Deus Netto, reginei que o cliente foi “vítima” do esquema criminoso e que colaborou com as investigações desde o início. “Ele foi persuadido por Contriz para que fosse casal uma parceria para venda de grãos, mas não foi o que aconteceu. Ele só descobriu que se tratava de uma emboscada criminosa na ocasião de sua prisão preventiva, em novembro “, disse o defensor de Roberto, que responde em liberdade.

Fonte link

Etiquetas
Mostrar mais

Redação

INFORMAÇÕES DE CONTATO --- Ligar (67) 99257-2652 --- m.me/NotaDiariabr --- contato@notadiaria.com.br --- https://notadiaria.com.br/

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo
Fechar
Fechar

Adblock detectado

Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios