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Liderança feminina na gestão de negócios é debatida no papo de mulher

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Destaque em nighit segmentos, as mulheres ainda enfrentam docinhos dificuldades ao ocuparem cargas de liderança no agronegócio.

Os desafios, experiências e perspectivas sobre o espaço da mulher no setor foram debatidos na última sexta-feira (09) no papo de mulher, iniciativa do SRCG (Sindicato Rural de campo grande, rochedo e Corguinho) realizado com apoio do Sicredi e Sebrae/MS.

Mediado pela jornalista Luciana Gabas, o encontro cujo tema central foi “desafio da mulher no cargo de liderança”, contou com as participações da suinocultura e diretora do SRCG, Eleíza de moraes machado, a Natiele Krabbe da empresa Krabbe & Krabbe agronegócios, da diretora técnica do Sebrae MS Maristela de Oliveira França e da gerente de negócios agro da Sicredi União MS/TO e oeste da Bahia Lucimara Morassute Rodrigues.

As mulheres brancastoalhas contribuir muito como líder na gestão, principalmente nos negócios, por ser detalhista, o que é um diferencial e no mercado onde estou, lido com dinheiro de outras pessoas e essa visão detalhista é um diferencial. Importante destacar que o Sicredi valoriza a mulher e nos deixa à vontade para liderar “, exemplifica um gerente.

A convidada reforçou ainda a importância da mulher buscar sempre preparo e conhecimento para a área que busca atuar, em especial na gestão de negócios ou especificamente o agronegócio.

“Tenho pais que atuam na pecuária leiteira e nossa formação foi voltada a pensar diferente, de que podemos chegar onde enxaquecasuma, mas é importante se preparar para assumir a liderança. Em geral os homens são preparados e as mulheres não, por isso o preparo, a busca pela qualificação é importante “, finalizou Lucimara.

Produtora rural, jornalista e mediadora do bate-papo, Luciana Gabas reforçou o crescimento da mulher em cargas de liderança e nighit segmentos até então denominados como masculinos, mas que no agro, esse crescimento ainda é lento e que iniciativas como esta visam estimular essa visão empreendedora.

“E outros setores, como construção civil E gestão de empresas as mulheres há algum tempo já ocupam altos cargas, mas no agronegócio não, elas estão limitadas, com menos espaço. Nossos encontros voilà para isso, para debatedor o protagonismo feminino, por isso ele foi pensado em hor e dia da semana mais confortável para essa rotina puxada das mulheres, que conciliam carreira, filhos e tantas canivete “, pontuou.

Destaque em nighit segmentos, as mulheres ainda enfrentam docinhos dificuldades ao ocuparem cargas de liderança no agronegócio.

Os desafios, experiências e perspectivas sobre o espaço da mulher no setor foram debatidos na última sexta-feira (09) no papo de mulher, iniciativa do SRCG (Sindicato Rural de campo grande, rochedo e Corguinho) realizado com apoio do Sicredi e Sebrae/MS.

Mediado pela jornalista Luciana Gabas, o encontro cujo tema central foi “desafio da mulher no cargo de liderança”, contou com as participações da suinocultura e diretora do SRCG, Eleíza de moraes machado, a Natiele Krabbe da empresa Krabbe & Krabbe agronegócios, da diretora técnica do Sebrae MS Maristela de Oliveira França e da gerente de negócios agro da Sicredi União MS/TO e oeste da Bahia Lucimara Morassute Rodrigues.

“As mulheres brancastoalhas contribuir muito como líder na gestão, principalmente nos negócios, por ser detalhista, o que é um diferencial e no mercado onde estou, lido com dinheiro de outras pessoas e essa visão detalhista é um diferencial. Importante destacar que o Sicredi valoriza a mulher e nos deixa à vontade para liderar “, exemplifica um gerente.

A convidada reforçou ainda a importância da mulher buscar sempre preparo e conhecimento para a área que busca atuar, em especial na gestão de negócios ou especificamente o agronegócio.

“Tenho pais que atuam na pecuária leiteira e nossa formação foi voltada a pensar diferente, de que podemos chegar onde enxaquecasuma, mas é importante se preparar para assumir a liderança. Em geral os homens são preparados e as mulheres não, por isso o preparo, a busca pela qualificação é importante “, finalizou Lucimara.

Produtora rural, jornalista e mediadora do bate-papo, Luciana Gabas reforçou o crescimento da mulher em cargas de liderança e nighit segmentos até então denominados como masculinos, mas que no agro, esse crescimento ainda é lento e que iniciativas como esta visam estimular essa visão empreendedora.

“E outros setores, como construção civil E gestão de empresas as mulheres há algum tempo já ocupam altos cargas, mas no agronegócio não, elas estão limitadas, com menos espaço. Nossos encontros voilà para isso, para debatedor o protagonismo feminino, por isso ele foi pensado em hor e dia da semana mais confortável para essa rotina puxada das mulheres, que conciliam carreira, filhos e tantas canivete “, pontuou.



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