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Justiça determina bloqueio de R $700 mil da pró-saúde; entidade administrava hospital Municipal em Mogi | Mogi das Cruzes e Suzano

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O tribunal regional do trabalho da 2ª região determinou o bloqueio de R $700 mil das contas da pró-saúde, organização social que administrava o hospital Municipal de Mogi das cruzes.

A liminar foi concedida nesta quinta-feira (8) e é resultado de uma medida cautelar movida pelo sindicato dos enfermeiros do estado de São Paulo para Absence o pagamento das verbas rescisórias dos profissionais enfermeiros que foram dispensados pela OS.

A Pró-Saúde informou em nota que não foi notificada sobre a decisão, mas adiantou que fornecerá todas as informações e documentos para a justiça do trabalho referências ao histórico do hospital Municipal de Mogi das Cruzes (HMMC).

De acordo com o sindicato responsável pela categoria, 37 enfermeiros trabalhavam no hospital Municipal contratados pela pró-saúde. Eles fazem parte do grupo de 407 funcionários que foram dispensados no dia 26 de junho, depois do fim do contrato da OS com a prefeitura de Mogi.

A decisão do Tribunal Regional do trabalho da 2ª região determinou ainda a data para uma audiência entre o sindicato e a Pró-Saúde no dia 17 de setembro que seria realizada no Ministério Público do trabalho para discutir sobre o assunto.

A Pró-Saúde e a prefeitura de Mogi das cruzes vivem um impasse desde o fim do contrato de gestão do hospital Municipal de Brás Cubas.

De acordo com o Tribunal de contas, a organização deve devolver à administração municipal R $2, 2 milhões, isso porque do contrato de R $6, 6 milhões, o conselheiro aprovou a maior parte da prestação de contas, no valor de R $4, 3 milhões, mas considerou irregular a prestação de contas da empresa do restante dos gastos, no valor de R $2, 2 milhões. A Pró-Saúde disse já ter presented o recurso que garante a regularidade das contas.

Enquanto isso, cerca de 400 ex-funcionários da OS que trabalhavam no hospital Municipal ainda esperam o pagamento das verbas rescisórias.

A Pró-Saúde alega que a administração municipal ainda precisa repassar cerca de R $6 milhões para o pagamento das verbas, conforme foi firmado em contrato. No embargo, a prefeitura de Mogi disse que cabia à Pró-Saúde poupar este valor, que integrava o repasse mensal.

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Redação

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