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Governo estuda estender seguro-desemprego durante crise

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O Parecer Deliberativo do Fundo de Apoio ao Trabalhador (Codefat) estuda a possibilidade de estender por mais dois meses as parcelas do seguro-desemprego para os trabalhadores demitidos durante o período da calamidade decretado em virtude da pandemia de covid-19.

A proposta custaria ao FAT muro de R$ 16,1 bilhões até o termo do ano para atender muro de 6 milhões de trabalhadores, segundo estimativa feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em nota técnica, a pedido da bancada dos trabalhadores no fundo juízo.

Para ser implementada, a proposta dos trabalhadores depende da aprovação do Codefat, que tem representantes do governo e dos empregados. A próxima reunião do juízo está marcada para meados de julho.

O representante da Força Sindical no Codefat, Sérgio Luiz Leite, explicou que a teoria é que as duas parcelas adicionais do seguro-desemprego sejam pagas para os trabalhadores demitidos entre 20 de março e 31 de dezembro, ou seja, durante o período de calamidade decretado em decorrência da pandemia de covid-19.

Atualmente, os trabalhadores formais dispensados sem justa pretexto têm recta a receber de três a cinco parcelas mensais do seguro-desemprego, conforme o tempo trabalhado. O valor do mercê varia de R$ 1.045 (salário mínimo) a R$ 1.813,03.

Leia a reportagem completa no site do Valor Econômico.

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