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“Foi o melhor Enem de todos os tempos”, diz Weintraub

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Ministro da Educação, Abraham Weintraub afirmou, em audiência na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado, que apesar dos problemas com a correção e atribuição de notas, que causaram transtornos a milhares de estudantes, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 foi “o melhor de todos os tempos”.

“Traga outro [Enem] e fale, em tal ano foi melhor que esse. Teve uma chuva de fake news, mas já estou acostumado. A gente traz um monte de coisas positivas, mas é difícil furar o bloqueio das duas famílias”, acusou Weintraub, para quem a ideia de que a sua gestão incorreu em seguidas falhas se dá pela “má vontade” de grandes grupos de comunicação do país. “Não houve fraude, esquema com gráfica, coisas que aconteceram nos anos passados. O objetivo é gerar terror, desmobilizar a sociedade. Desde o começo alguns grupos, parlamentares, grupos de comunicação, adotaram uma linha de terrorismo no processo.”

O ministro afirmou, inclusive, que foi ele que descobriu que havia problemas na correção do Enem, e o fez via rede social. “O que houve? Eu, Abrãozinho, fui perguntar no Twitter como estava indo, e eu detectei que havia muita reclamação da correção do segundo dia de prova. Aparentemente, houve alguma inconsistência no segundo dia. Antes de abrir o Sisu, já havíamos detectado, nós que avisamos a imprensa. Pelas informações que tive, [houve] um problema na gráfica. Eu descobri, eu descobri a questão da prova”, relatou.

Segundo Weintraub, um engasgamento na impressão feita pela gráfica causou o problema nas correções. “Quando você troca os grupos, a impressora da gráfica engasga. Isso aconteceu com 5100 pessoas. Estatisticamente, o impacto tende a zero, não é significativo”. O ministro ainda levantou a hipótese de que erros similares tenham ocorrido no passado, mas disse não poder comprovar. “É possível que esse problema possa ter acontecido no passado. Não posso dizer que sim nem que não”.

Sobre a repercussão nas redes sociais, Weintraub insistiu que grupos contrários ao governo Bolsonaro tentaram perturbar o episódio e afirmou até que estudantes utilizaram o erro na correção para justificar aos pais que tinham ido mal na prova. “Dividimos as interações em três grupos: militante que entrava se passando por aluno, esse descartamos; teve o grupo do aluno que foi mal e quis culpar o Abraham e a prova para o pai”, disse, além, claro, dos efetivamente prejudicados.

Um processo de licitação para contratar um nova gráfica já está em curso, concluiu o ministro em sua fala inicial.

 — Foto: Reprodução TV Senado — Foto: Reprodução TV Senado

— Foto: Reprodução TV Senado

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Redação

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