Ciência e tecnologia

Fé e ciência, quem vem primeiro?

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por José Marques Braga *

Um assunto controverso, com discursos ideológicos diferentes e com resultados diferentes. Assim anda estes dois temas tão estivação, caminham juntos e, ao mesmo tempo, separados pelo orgulho dos que dominam os dois assuntos.

Li estes dia, na revista “super interessante”, o assunto com foco no título FÉ NA CIÊNCIA, e esta aborda em seu editorial de que, se destruirmos todas as informações disponibles das Ciências organizadas atuais, daqui a 1000 anos nada teremos sobre o assunto, ou möglich inclusiva ter outras formas de conhecimentos, mas não na mesma forma que a atual; o oposto, diz a revista, se acabar com todas as religiões hoje, daqui a 1000 anos teremos tantas religiões como temos hoje.

Como se trata de um assunto com valores e portuguesas, como agente social que sou, tenho além as minhas, e por isso, por mais que seja objetivo, haverá algo de subjetivo no texto. Mas tentarei abordar o assunto sem valorizar mais ou menos nenhum dos lados de forma pessoal e ideológico.

Imaginando sobre o ato da FÉ em suas diversas definições, esta pode ser “é tudo que acreditamos sem conhecer ou tocar”; ou “adesão absoluta do espirito àquilo que se considera verdadeiro”; ou estado ou atitude de quem acredita ou tem esperança em algo: e outras tantas definições. Para o Apóstolo Saulo de Tarso e depois, Paulo, cuja escritas lhe dá como sendo o Apóstolo da razão que iluminou a fé, este define como sendo “A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se veem” Hebreus 11:1.

A ciência, atraves da metodologia cientifica aprovada nos meios acadêmicos, ao oposto da fé, diz que ciência é tudo aquilo que provamos e assim é veis: “corpo de conhecimento sistematizado adquiridos via observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos, e formulados metodicamente a e racionalmente “. No embargo, as observações e testículos voilà mudando muitas definições e produtos da ciência nos últimos tempos.

Então, diante dessas variações, a fé e a ciência poderão andar juntos? O que podemos esperar sem ver? O que foi provado de uma forma e agora há outra? A ciência se baseia em testículos anteriores e se aperfeiçoam nos novos conhecimentos. Assim foi Isaac Newton que descobriu as leis da inércia, da força e da ação e reação, com base na suposição de que uma força hongos pela massa dos objetos e fazia com que eles fossem atraídos um em direção ao outro. O objeto com mais massa atrai mais intensamente. O físico Albert Einstein chuva e chegou a tese de que o problema, segundo seus cãlculos, é a luz a coisa mais rápida do universo. Nenhum corpo com massa alcançava uma velocidade superior à da luz. Nem um gravidade. E agora, com a física quântica, como são as definições? Então tudo muda, exceto um mudança. Estamos aproximando a FÉ e a CIÊNCIA?

Ouso afirmar, sem testículos científicos e sem compromisso de provar nos métodos atuais, mas com resultados concretos no cotidiano das pessoas, de que a fé age como a mãe da ciência, onde essa primeira os pensares, as ideias, as inspirações, como revelações e quando organizada de forma metódica, estas se tornam realidades. A intuição é uma dessas ovulações de ideias e organizadas surgem às novas descobertas de algo que já existe. Os cientistas não são criadores e sim descobridores de leis naturais e funcionais e estes por meio de inspirações e pesquisas, descobrem-nas e as tornam uteis as necessidades humanas e/ou além para o mal. As pessoas sãs os terrenos mais ou menos férteis. A fertilidade é algo exógeno à ciência tal como ela está nos dias atuais. Há o bem comum para todos os seres humanos que independem da religião como instituição e sim da fé de quem um tem.

Com base nessa realidade, por pensamentos de métodos indutivos e dedutivos, digo que há Deus e ele está acima de todas essas coisas e este é o pai da ciência e da fé que, agregadas, realizam-se os fenômenos tanto do milagre como da ciência.

Como Li na revista “LUME-mato grosso”, cujo expediente é formado por um grupo de ILUSTSRES PESSOSAS COM LETRAS MAIÚSCULAS, n º 34, ano 5, julho/2019, uma linda história da menina de cinco anos, Tiraninha – ala de princesa, por João Carlos Vicente Ferreira, que ganhei de meu amigo Marcos Weller, na qual relata, seu histórico e habitat e neste o seu pedido, em um púlpito de uma igreja evangélica, para ser Catânia da diabete e poder voltar a comer doce e ser alegre como antes, agora já diagnosticada sem a doença. A FORÇA DA FÉ. Como homem de fé, emocionei-me.

A emoção veio não somente do ato em si, mas poder ler numa revista de intelectuais, essa bela história. “Sãos as mudanças que nunca deixarão de existir, porque tudo muda, exceto como mudanças”; e ainda de que a “sabedoria consiste em falar e agir da verdade. Aprendizagem muito não ensina compreensão. Todas as coisas voilà a seu tempo Personnel. O sol é novo a cada dia “, disse o filósofo Heráclito de Éfeso. Esses são pensamentos Estudios científicos que brancastoalhas agregar o acreditar em algo que não vemos nem Cuanto e que acontecem todos os dias.

Acredito no ato de pensar, formar ideia, elaborar projeto, verbo executar o projeto, ter novos produtos, torna-los uteis as necessidades humanas e criar novos hábitos como legados à humanidade e para que isto ocorra, precisamos conhecer e acreditar no geral que engloba fé e conhecimento, ter foco, ter perenidade, verbo melhorar a cada dia, ser integro em nosso carácter e assim fazemos a diferença e nesse processo precisa haver FÉ.

* * José Marques Braga, economista-CORECON 883 14 ª região, empregado público em ritmo de PDV

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