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Ciência e tecnologia

Estadão tem página multimídia sobre Ciência e Saúde – Saúde – Estadão

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Com o objetivo de esclarecer dúvidas, oferecer um serviço qualificado e mostrar uma vez que as campanhas de vacinação atuais são realmente eficientes na proteção tanto individual quanto coletiva das cidades é que o Estadão lançou, no domingo, o especial Saúde & Ciência. O resultado multimídia oferece informações atualizadas sobre uma vez que se proteger de todos os tipos de doenças que podem ser evitadas por meio das imunizações. O leitor do dedo terá, ainda, um jogo interativo e uma lista de serviços sobre quando infligir vacinas tanto em adultos quanto crianças.

O veste de as vacinas estarem várias vezes na berlinda em dias atuais, muito por motivo das fake news que também são debatidas no privativo, está criando uma grande preocupação entre os profissionais de saúde. O temor da população de ter sarampo, por exemplo, diminuiu na segunda metade do século pretérito. O que criou o problema para a geração atual. 

Com os casos de sarampo em baixa, as campanhas de vacinação acabaram sofrendo pela sua própria eficiência. Desde os anos 1980 vem ocorrendo uma queda na cobertura contra sarampo. Brasileiros não vacinados tiveram contato com a enfermidade no exterior e o País voltou a apresentar surtos desde 2018. No ano pretérito, o Brasil registrou mais de 18 milénio casos da doença e 15 mortes, sendo 14 no Estado de São Paulo.

Para interromper a transmissão do vírus, é preciso que 95% da população esteja protegida com duas doses do imunizante. Por esse motivo, crianças, adolescentes e adultos devem estar com a carteirinha de vacinação em dia. O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece gratuitamente 19 imunobiológicos contra mais de 40 doenças.

Por que se vacinar

Além do sarampo, outras enfermidades podem voltar a ameaçar os brasileiros, caso as campanhas de vacinação feitas nos dias de hoje não atinjam suas metas. Desde 2016, a cobertura vacinal contra poliomielite também está aquém de 90% no País. Embora o mal esteja controlado por cá, ele continua endêmico na Nigéria, no Afeganistão e no Paquistão. “Não havia mais casos de pólio na Síria. Depois que a guerra foi deflagrada, o vírus voltou a circundar em três meses. O recado é: ou a gente mantém um programa de vacinação ativo ou pode estrear a preparar os leitos hospitalares”, afirma o imunologista e médico universal Eduardo Finger, coordenador do laboratório de pesquisa experimental do Hospital Oswaldo Cruz.

Entre as causas da queda da cobertura estão os movimentos antivacina, os ataques à ciência e a disseminação de fake news. A resistência aos imunobiológicos foi listada uma vez que uma das dez ameaças à saúde pública em 2019, segundo a OMS. “A vacina é vítima do próprio sucesso. Porquê as pessoas se sentem seguras, acham que não precisam mais dela”, explica Helder Nakaya, professor do curso de Farmácia da USP. Quem deixa de lado uma imunização prejudica a si e a toda a população.



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Redação

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