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Estadão lança página multimídia com notícias de Ciência e Saúde – Saúde – Estadão

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No caso do Brasil, há pelo menos um século as vacinas costumam suscitar polêmica entre a população. No Rio ainda capital vernáculo, em 1904, a movimentação popular que ficou conhecida uma vez que a Revolta da Vacina jogou luz, de forma inédita, sobre a primeira grande campanha de imunização vernáculo. 

Em um namoro rápido para o século 21, onde por outros motivos as vacinas também estão sendo colocadas na berlinda por alguns grupos sociais, é cada vez mais importante que assuntos relacionados à saúde das pessoas sejam debatidos de forma aprofundada. Nesse sentido, o teor multimídia sobre Ciência e Saúde lançado pelo Estadão vem preencher essa vazio e oferecer ao leitor do dedo as mais atuais informações sobre o universo das vacinas. 

Dentro da página peculiar será provável entender, por meio de um game interativo, uma vez que as campanhas de imunização são realmente eficientes na proteção de um temporário grande de pessoas. Outro ponto de destaque é o segmento do teor que informa sobre a evolução das vacinas. Por que muito do terror de se tomar vacina hoje, segundo pesquisas feitas na sociedade, segmento de premissas falsas? As fake news, neste caso, têm uma culpa grande. 

Vacinações em volume não salvam vidas só nos dias atuais. Muitos já ouviram falar em varíola e poliomielite. Mas provavelmente poucos conhecem pessoas que tenham tido essas doenças. Até poucas décadas detrás, porém, elas aterrorizavam a população. Graças ao triunfo de campanhas de vacinação, uma vez que os leitores da plataforma multimídia ficarão sabendo, esses e outros problemas de saúde estão controlados no Brasil e em outros lugares do mundo. O último caso de varíola notificado no País foi em 1971. O de pólio, em 1989. As duas enfermidades se encaixam perfeitamente no ditado popular de que “é melhor prevenir do que remediar”.

As vacinas, discutidas em profundidade na plataforma multimídia do Estadão, que conta com patrocínio da GSK, são consideradas a invenção de maior impacto na história da saúde pública. A primeira delas foi inventada no século 18, na Inglaterra, contra a varíola. Foi esse imunobiológico que o médico sanitarista Oswaldo Cruz implantou no Rio em 1904 e causou o levante popular sabido uma vez que Revolta da Vacina. A enfermidade, no entanto, só foi exterminada em várias nações depois que a Organização Mundial da Saúde (OMS) incentivou uma campanha de imunização em volume, em 1967.

Na esteira do sucesso, o governo brasiliano instituiu o primeiro calendário capital de vacinação em 1977. Tornava-se obrigatório imunizar crianças contra BCG (tuberculose e meningite), poliomielite, sarampo, difteria, tétano e coqueluche. Em 1994, a Organização Pan-americana da Saúde (Opas) declarou o continente americano livre da poliomielite.

Graças ao progressão das campanhas, o Brasil controlou a transmissão de sarampo, em peculiar a partir de 1992, com o Projecto Vernáculo de Eliminação do Sarampo. Em 2016, o País foi reconhecido pela Opas uma vez que dimensão livre da doença, mas não durou muito tempo. Em 2018, surtos foram novamente registrados.



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