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Em consulta, empresário descobre que havia comprado remédio vencido

Silvio Lopes conta que não possui o costume olhar data de validade dos produtos que compra.

Remédio e cupom fiscal de compra realizada por Silvio. (Foto: Direto das Ruas)

Ao ir em cardiologista, reclamar de remédio que não estaria fazendo efeito, empresário descobre que a medicação estava vencida desde o ano de 2019. Silvio Lopes, de 59 anos, foi até a farmácia localizada na Rua Raul Pires Barbosa em busca de uma justificativa, porém atendentes negaram que o remédio fosse vendido no local.

Ao Campo Grande News, Silvio contou que no início de fevereiro o remédio foi receitado para seu tratamento de ansiedade, mas após cerca de 40 dias fazendo uso da medicação não sentiu nenhuma diferença. “Eu cheguei a viajar nesse tempo e como não vi nenhuma diferença em meu organismo resolvi marcar uma nova consulta”.

Para a consulta o empresário levou consigo a caixa do remédio, ao observar a embalagem da medicação o médico percebeu que o mesmo estava vencido desde Janeiro de 2019. “É meio chocante!”, relatou com indignação sobre a descoberta.

“Sou cliente antigo deles e sempre estou comprando remédios deles. Isso acaba virando rotina e eu nunca olho a validade, não tenho esse hábito mesmo”. Silvio contou que sentia confiança nos farmacêuticos.

O empresário chegou a ir na farmácia, mas foi informado por funcionário que eles teriam parado de vender aquela medicação em 2020. Após isso, registrou denúncia no Procon e pretende fazer o mesmo ao conselho de farmácia e à vigilância sanitária.

“O que eu fiquei mais chateado é que paguei uma consulta caríssima para ver que o remédio estava vencido”, encerra o homem.

Procurado pelo Campo Grande News, Eudo Ambrósio Caldeira, proprietário da drogaria Ultra Popular Cachoeira, contou que ele mesmo atendeu Silvio, porém o medicamento não foi vendido por ele.

“Para certificarmos e mostrarmos para ele que o remédio não tinha saído da nossa farmácia, eu cheguei a passar o código de barras do produto e foi constatado que aquela caixa não tinha dado entrada e nem saída aqui na loja. Até imprimi o cupom fiscal da compra dele e entreguei para ele”, contou Eudo.

Além disso, a embalagem seria diferente da que é vendida no local. “Realmente vendemos esta medicação aqui, mas não com aquela embalagem. É o mesmo produto, mas de laboratórios diferentes”, conclui.

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