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Polícia

Dois são levados para a delegacia após queimarem fios de cobre em mata fechada

Dois homens, de 29 e 37 anos, foram autuados por receptação após serem flagrados queimando fios de cobre em uma área de mata, na manhã deste sábado (7) no Bairro Parque do Lageado, em Campo Grande. O Corpo de Bombeiros foi acionado devido às chamas, já que havia risco de se propagarem para a vegetação ao entorno.

Conforme informações do boletim de ocorrência, policiais militares avistaram uma densa nuvem de fumaça saindo da vegetação, às margens da Rua Arthur Pereira. Ao verificarem, eles constataram que, em meio á mata fechada, um homem estava em pé queimando fios de cobre encapados em duas fogueiras.

Quando questionado, o homem respondeu que trabalha como eletricista e juntou o material, que seriam sobras de material dele, pesando aproximadamente 30 quilos, com valor aproximado de mercado de R$ 1 mil. Segundo ele, o valor seria utilizado para quitar prestação de sua casa, que está vencida.

Um segundo homem se apresentou como colega de trabalho do primeiro e, perguntado sobre os fios de cobre, alegou que o material era dele e que havia juntado de um serviço feito em uma loja que havia pegado fogo e queimado os fios.

Devido a contarem relatos diferentes e ao alto número de furtos de fios de cobre pela cidade, os policiais conduziram os suspeitos até a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol. Os dois foram autuados por receptação.

Operação Vastum

Na última quinta-feira (5) foi deflagrada a Operação Vastum, pelas polícias Civil e Militar, quando foram apreendidos 900 quilos de cobre e alumínio sem procedência, e 5 pessoas presas – três em flagrante. Ao todo foram vistoriados 57 locais, nas regiões do Centro, Segredo, Bandeira, Anhanduizinho, Imbirussu e Lagoa.

A operação teve como objetivo reprimir e prevenir casos de furtos de cabos e fios de cobre e também de hidrômetros, crimes cada vez mais comuns.

Conforme a Sejusp, atualmente o quilo do cobre pode ser comprado por valores entre R$ 35 e R$ 41. Isso acabou estimulando a prática de furtos, principalmente por pessoas em situação de rua e usuários de drogas, de acordo com o coronel André Henrique Macedo, comandante do Comando de Policiamento Metropolitano da Polícia Militar.

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