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Brasil e o Mundo

Crise torna carne bovina luxo para milhões no Brasil

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(Bloomberg) — Morando nos periferia de Cuiabá, Carlos Ferreira está circunvalado por rebanho em algumas das pastagens mais ricas do Brasil. No entanto, ele não pode mais remunerar por um bife.

Carlos comia mesocarpo regularmente. Mas, quando a cidade decretou o fechamento do negócio, ele perdeu o tarefa em uma floricultura e uma vez que motorista do Uber. Agora, ele e sua esposa desempregada precisam narrar com a ajuda do governo e de parentes.

“Antes de eu perder o tarefa, podíamos consumir bife quase todos os dias”, disse ele, que é graduado em instrução física. “Agora temos o suficiente para frango, ovos e, às vezes, peixe barato”.

Com terras agrícolas cobrindo uma espaço aproximadamente do tamanho do Texas, o Brasil desempenha um papel cada vez mais importante na alimento do mundo. Mas, depois que o país se tornou o epicentro de casos de coronavírus e mais de um milhão de empregos formais foram perdidos, mais brasileiros uma vez que Carlos estão lutando para colocar comida na mesa. O impacto no comportamento do consumo pode resistir anos.

A ironia é que o agronegócio está crescendo no país.

O Brasil já é o maior exportador de soja, mesocarpo bovina, frango, açúcar, moca e suco de laranja. Uma combinação de safras recordes, poderoso demanda global e queda na moeda lugar significa que 2020 será o melhor ano até agora para o setor. O governo espera que a receita agrícola cresça 8,5%, para recorde de R$ 704 bilhões. O que tem contribuído para impulsionar a demanda é uma vácuo de oferta de proteína deixada depois que a peste suína africana dizimou o rebanho de suínos da China.

Mas a indústria é dominada por grandes empresas que possuem poderoso foco nas exportações. Ações da JBS, Minerva e Marfrig se recuperaram nos últimos meses, juntamente com o Ibovespa.

“O agronegócio de exportação está indo muito muito, mas a secção focada para o mercado interno está sofrendo bastante”, disse Paulo Sousa, que comanda as operações da Cargill no Brasil, na semana passada. “É notado o contingenciamento de gastos pelo consumidor. Em alguns casos, estão reduzindo drasticamente o consumo”.

O entrada a vitualhas em países em desenvolvimento uma vez que o Brasil era desigual muito antes do Covid-19. Mas a pandemia está aprofundando o eversão e exacerbando a instabilidade fomentar para pessoas de baixa renda no país, incluindo 38 milhões de trabalhadores informais com pouco entrada a crédito ou ajuda estatal.

Para piorar, os vitualhas estão ficando mais caros graças à poderoso demanda por exportação e a uma vaga inicial de compras por pânico de escassez quando o surto começou, informou o Departamento de Lavoura dos EUA em um relatório sobre o Brasil na semana passada. Mantimentos foram a única categoria que registrou inflação nos primeiros quatro meses do ano, segundo o IBGE.

O consumo de cortes de mesocarpo mais caros, laticínios e alguns produtos à base de culturas, uma vez que açúcar em bebidas, caiu no Brasil desde que as medidas de isolamento começaram em meados de março. O impacto no consumo de mesocarpo bovina só aumentará, de harmonia com Thiago de Roble, pesquisador do Núcleo de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo, ou Cepea.

Depois de passar dos cortes de primeira para os de segunda, muitos brasileiros provavelmente substituirão secção ou todo o seu consumo de mesocarpo bovina por proteínas mais baratas, uma vez que a de frango. A demanda, atualmente suportada pela ajuda emergencial governo, deve tombar quando o auxílio terminar nos próximos meses, disse ele.

“As classes mais baixas, D e E, que não têm mais opção de transmigração, podem transpor do mercado de mesocarpo, limitando o consumo de proteínas a ovos ou processados de valor confederado menor, uma vez que salsichas”, disse ele.

O consumo de mesocarpo bovina no Brasil – o terceiro maior do mundo- deve tombar 10% oriente ano, com a crise econômica diminuindo o poder de compra e o isolamento restringindo o segmento de food service, disse Cesar de Castro Alves, consultor agrícola do Itaú BBA. A demanda por frango e mesocarpo suína não aumentará o suficiente para gratificar a queda na mesocarpo bovina, o que significa que o consumo dos três tipos de proteína deve tombar 2% em 2020, disse ele.

Ou por outra, o histórico de crises econômicas no país mostra que as mudanças no consumo podem perdurar. Os brasileiros estão comendo menos açúcar e mesocarpo bovina do que em 2014, um ano antes da pior recessão do país, disse Felipe Novaes, economista da Tendencias Consultoria.

E a dor causada pela crise deste ano pode estar somente começando.

“Recebemos no início de junho a última ajuda mensal do governo”, disse Carlos. “Não sabemos se essa ajuda continuará. Até agora, não temos renda para julho.”

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Redação

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