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Brasil e o Mundo

Com a Independência, o Brasil conquistou as algemas de ferrro

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“Algemas de ouro são piores que as algemas de ferro”. Valho-me da luz de Mahtma Ghandi, “o pai da não violência”, para dar brilho ao título acima. A novela Novo Mundo, exibida pela Rede Globo, realçou que antes da independência o Brasil colônia vivia “com algemas de ouro”. Portanto, é um ato de Civismo e Cidadania de toda sociedade comemorar todas as transformações, política, econômica e social, que ocorreram no País após 7 de setembro de 1822. Lions, Rotary e Maçonaria não fogem à regra. Mesmo no momento de pandemia, a Governadora do Lions de nosso Distrito, Marli Minetto, estimula as adesões dos clubes sob sua jurisdição, em diversas cidades, em três Estados, através artigos, entrevistas… Enfatiza: “O objetivo do Lions, além de prestar serviço à comunidade, é dela participar”. Cabe aqui outra frase iluminada de Ghandi: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”.

Oportuno rememorar que antes da Independência ocorreram episódios que estão entrelaçados e contribuíram para tal: 1º- 21/04/1792 – Inconfidência Mineira – Levada a cabo com o enforcamento de Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes, o Mártir). Tudo graças à traição do cel. Silvério dos Reis. Plagiando o advogado bauruense Maurício Ruiz: “Foi a primeira delação premiada no Brasil”. As ideias iluministas de Tiradentes de romper com Portugal brotaram quando ainda era militar, antes de ser mascate e dentista prático. A semente não germinou, mas permaneceu plantada. 2º – 09/01/1822 – Dia do Fico – Ao negar a insistente ordem de retornar a Portugal, D. Pedro I disse a célebre frase: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao povo que fico”. Pelos relatos de historiados, a Maçonaria foi uma das protagonistas nesses três episódios históricos do País: Inconfidência Mineira, Dia do Fico e Independência. No caso da Independência, o maçom e primeiro-ministro José Bonifácio, mentor de D. Pedro I, foi articulador junto à ordem, ao lado de outro maçom: Gonçalves Ledo. Essa estratégica resultou na fundação de nova Ordem Maçônica, em 20/08/1822, intitulada o Grande Oriente do Brasil. Daí este ser o Dia do Maçom. A primeira Loja da nova ordem foi criada no Rio de Janeiro, onde ocorreu a iniciação de D. Pedro, um mês antes da Independência do Brasil. Lá, posteriormente, foi aclamado Grão-Mestre.

Por fim, não posso deixar de realçar outro facho de luz de Ghandi, que se enquadra no que ocorreu no Brasil no dia 7 de setembro de 1822: “Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados”.

O autor é executivo aposentado da CPFL. Foi executivo no Gabinete da Prefeitura de Bauru. É assessor de Civismo e Cidadania da Governadoria do Lions, Distrito LC8.

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