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Catedral de Nossa Senhora da Candelária será reaberta nesta sexta em Corumbá

A Catedral de Nossa Senhora da Candelária será reaberta, nesta sexta-feira (25), em Corumbá. A Matriz foi interditada em 2016, quando grande parte da estrutura do teto de gesso caiu. A partir de então, foi iniciado um longo processo de restauração e requalificação, que está em fase de conclusão pela Prefeitura.

As intervenções buscaram valorizar a estética original e incluem pintura, piso, recuperação interna da torre. O evento de reabertura da Igreja começa às 16 horas, com uma quermesse na Praça da República. Às 17h30 uma procissão com a imagem da Santa sairá da frente da Igreja Nossa Senhora da Caacupê com destino à Matriz.

A cerimônia de dedicação da Catedral, com reabertura dos portões da Igreja, está marcada para começar às 18 horas. Após a celebração, por volta das 20 horas, a quermesse será retomada na praça com a apresentação de diversas atrações musicais, inclusive o show regional da dupla Alex e Ivan, oferecido pelo Governo do Estado.

Nossa Senhora da Candelária é Padroeira de Corumbá, por isso o dia 2 de fevereiro é feriado municipal, decretado pela Lei Municipal nº 985, de 15 de outubro de 1987. O Dia da Padroeira de Corumbá também está incluído no Calendário Oficial de Eventos de Mato Grosso do Sul, por força da Lei 5.438/2019.

A Matriz de Nossa Senhora da Candelária é uma das mais antigas do Estado, foi construída por Frei Mariano de Bagnaia no século 19 e, desde 2017, é Patrimônio Histórico e Cultural de Corumbá. Em 2021 foi tombado pelo Governo do Estado como Patrimônio Histórico Material de Mato Grosso do Sul.

O templo foi erguido com elementos da arquitetura eclética em frente à Praça da República, onde se deu a heroica retomada de Corumbá durante a Guerra do Paraguai (1864-1870). Em seu altar, destaca-se um brasão da coroa portuguesa, o que indica as influências europeias no bem, e guarda também uma imagem de Nossa Senhora da Candelária, padroeira da cidade.

A obra conta com aporte financeiro do Governo Federal, por meio da Iphan via PAC das Cidades Históricas, e do Governo do Estado, via Fundação de Cultura.

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