Brasil e o Mundo

Brasil se consolida em segundo na classificação geral no Pan

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O dia promissor do Pan de Lima foi plenamente confirmado nesta sexta-feira. Com ótimo desempenho, o Brasil se consolidou na segunda protuberância no quadro de medalhas, transand 43 ouros, 36 pratas e 57 bronzes (até o fechamento desta edição), em um total de 136, só atrás dos Estados Unidos (233).

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A dois dias do fim da competição, o Brasil se destacou de Canadá e México, seus maiores rivais pela vice-liderança. A delegação nacional já conquistou ouros em 20 modalidades, contra 16 e 14, respectivamente.

O dia teve medalhas inéditas da pelota basca ao hipismo, passando até pelas águas de Paracas, em icá (265 km de Lima), onde o Brasil conquistou o tricampeonato na vela feminina, com Patrícia Freitas, na classe RS: X — a modalidade encerrou o dia com mais um ouro (Marco Grael e Gabriel Borges, na 49er), uma prata (Bruno fontes, na laser) e um bronze (Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino, na NACRA 17).

No Judô, foram um ouro (Rafaela Silva), uma prata (Daniel Cargnin) e um bronze (Juninho bomba). Com a vitória, Rafaela se tornou a primeira mulher brasileira a conquistar uma tríplice coroa em qualquer esporte: campeã olímpica (Rio-2016), Mundial (no rio, em 2013) e Pan-americana (Lima). Até ontem, só 15 atletas brasileiros em todos os esportes tinham conquistado tal feito. Todos homens. Em indivíduos, só outros três nomes têm as três medalhas em casa: Robert Scheidt (vela), Arthur Zanetti (ginástica) e Cesar Cielo (natação).

Para a judoca carioca, o Ippon na Dominicana Ana Rosa na decisão da categoria leve (57KG) teve um sabor especial.

— Me cobrava. Não tinha o ouro. Vinha na minha cabeça — disse ela, que foi prata em Guadalajara-2011 e bronze em Toronto-2015.

No atletismo, a energia vitoriosa do dia se converted em três medalhas de ouro e uma de prata. Os revezamentos 4×100 m brilharam, Ederson Vilela Pereira ganhou os 10, 0 m e vitória rosa fez o melhor tempo da vida (22s62) para ficar com a prata nos 200 m, só atrás da jamaicana Shelly-Ann Fraser-Price, Sulamericana olímpica dos 100 m.

— Eu senti que era minha, mas eu lotaaaada com medo de perder. Só pensava, senhor, me ajuda. Estou muito feliz. As meninas me acolheram com muito carinho. Sabia que dava para repetir o ouro de 2011 — comemorou Rosângela Santos, integrante do Quarteto que, em Toronto-2015, terminou em quarto.

Ontem, ela, vitória rosa, Lorraine Martins e Andressa Fidelis completaram a prova em 43s04, o melhor tempo do ano à frente de canadenses (43s37) e americanas (43s39). No masculino, Paulo André, Rodrigo Pereira, Derick Souza e Jorge vides correram em 38s27, superando Trinidad e Tobago (38s46) e Estados Unidos (38s79).

estreia na pelota basca

Em um dia de “primeiras vezes”, Marlon Zanotelli se tornou o primeiro cavaleiro do país campeão individual de saltos. O Brasil já tinha ganho até o ouro olímpico na prova, com Rodrigo pessoa, em Atenas-2004. Mas, em Pans, foi a primeira vez. O brasileiro não cometeu faltas, batendo o argentino Jose Maria LaRocca (prata) e a norte-americana Sulamericana olímpica beezie Madden (bronze).

Com tantas conquistas a comemorar, até o improvável deu uma mãozinha ao Brasil, com a medalha de bronze do “forasteiro” Filipe Otheguy na pelota basca. Filho de uma brasileira, o francês nunca pisou no país que representantes e mal fala português, mas se tornou o primeiro atleta nacional a verbo o Pan na modalidade, que conheceu por morar no sul da França.

Hoje, como expectativas por mais pódios continuam. Como prêmio olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze disputam a final da 49er FX, a seleção feminina está na decisão do basquete, entre outros.

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