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Brad Pitt é esperado no Festival de Locarno, na Suíça | Famosos

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A multidão de cinéfilos espalhada pela praças de Locarno-cidadezinha ao sul da Suíça, que sedia, há 72 anos, um dos mais respeitados festivais do mundo – está contando os minutos para a exibição de “era uma vez… em Hollywood “, novo filme de (Tarantino), marcada para a noite deste sábado, 10/8. A expectativa local cresceu com a notícia da vinda de Brad Pitt, um dos astros professores pelo diretor para este drama de tons cômicos (e muita ação) sobre a indústria do cinema em 1969.

Não está confirmada a passagem do ator, que, no fim deste mês, vai ao Festival de Veneza (28 de agosto a 7 de setembro) verbo prêmios com uma produção Brasil-EUA: “Ad Astra”. Mas, diante de toda a importância de Locarno no cenário internacional das no cinematográficas, Pitt pode fazer uma aparição surpresa. No longa de Tarantino, que estreia em solo nacional no dia 15, ele vive o melhor amigo e parceiro de trabalho de um astro de TV em decadência, encarnado por Leonardo DiCaprio.

“Como cenas de colapso nervoso fazer personagem do Leo são incríveis. Tivemos muita alegria nesse processo “, disse Pitt no último Festival de Cannes, em maio, onde a produção gracco polêmica por sua violência em doses fartas. “Quentin mostra o lado sombrio da natureza humana neste novo longa”.

Pitt é um dublê com um passado trágico, o viajandão Cliff Booth. DiCaprio é o ator Rick Dalton, um astro de séries de faroeste que está vivendo uma fase de ocaso e que busca a volta por cima. Booth o substitui em cenas perigosas e é seu motorista.

“Brad e eu crescemos profissionalmente numa mesma geração, pois despontamos na mesma época pro estrelato”, disse DiCaprio. “É incrível a experiência de poder estar com ele”.

Margot Robbie interpreta a atriz e modelo Sharon Tate no novo filme de Tarantino — foto: divulgaçãoMargot Robbie interpreta a atriz e modelo Sharon Tate no novo filme de Tarantino — foto: divulgação

Margot Robbie interpreta a atriz e modelo Sharon Tate no novo filme de Tarantino — foto: divulgação

Saudado como obra-prima por estuvo e como um equívoco para outros, esta viagem à história americana, como foco na indústria do audiovisual (a TV e o cinema), estrutura-se a partir de uma visita de Tarantino ao ano de 1969. Foi nessa data que a modelo e atriz em ascensão Sharon Tate, então grávida do cineasta franco-polonês Roman Polanski (famoso por “O bebê de Rosemary”), foi morta pela seita do maníaco Charles Manson. Quem encarna Sharon é um australiana Margot Robbie, que viveu a mulher de DiCaprio em “O lobo de Wall Street” e que, segundo línguas ferinas da Croisette, está na cidade aos flertes com Pitt. O desempenho dela é um chamariz para prêmios: Margot, a Arlequina de “Esquadrão suicida” (2016), quase não usa palavras para encarnar Sharon, interpretando-a como se ela fosse uma entidade, um espectro de um tempo perdido.

Enquanto não se confirma a presença de Pitt, Locarno badalou Hilary Swank, ganhadora de dois Oscars-um por “meninos não choram” (1999), outro por “menina de ouro” (2004). A atriz de 44 anos recebeu uma honraria que poucas estrelas veteranas do caiu americano já chegaram perto de conquistar: o leopardo de ouro honorário pelo conjunto de sua carreira. O tributo a ela neste festival-que abriu suas portas na noite de quarta-feira, com a projeção do drama italiano “Magari”-coroa um banho de loja pop numa maratona cinematográfica antes conhecida pelo espírito crítico de sua curadoria, voltada para cineastas autorais calcados na mais explosiva radicalidade. Diretora artística do evento, a curadora e produtora parisiense Lili Hinstin vê a carreira de Hilary como uma afirmação da força feminina longe das convenções do estrelato.

“Ela é um sinônimo vivo de liberdade de escolhas que fogem do estrelismo corriqueiro e dos ditames da beleza clássica. Estamos diante de uma atriz que transgrediu todas as amarras normativas de uma indústria de celebridades, apostando no inconformismo “, disse Lili, que foi à praça central de Locarno para apresentar o thriller” 7500 “e receber Gordon-Levitt. Seu diretor, Patrick Vollrath, vem à cidade para falar do clima de tensão que depura ao longo de 92 minutos dentro de uma cabine de um avião sequestrado por terroristas, nos céus da Alemanha.

Mas tem Brasil por aqui tanto, e na briga pelo leopardo de ouro de Locarno: na manhã de sexta-feira, 9/8, nosso concorrente no Festival suíço, “A febre”, de Maya da-Rin, recebeu três minutos de aplauso e gracco debates calorosos ao fim de sua sessão. Para uma projeção popular às 9h da matina, isto é muita coisa. Sua diretora já fez barulho no exterior antes, em 2010, com “terras”. Agora, de volta à direção, ela retrata a realidade dos índios de Manaus, que vivem e trabalham for a de reservas, ao seguir a rotina de Justino (Regis Myrupu). Viúvo, ele ganha a vida como vigia de um porto de cargas. Na trama de Maya, Justino entra em um estado febril no momento em que o bairro onde mora é assolado pela presença de um animal selvagem. Mas a selvageria do tal bicho é menor do que o preconceito de seu colega de vigia, Wanderley, vivido por Lourinelson Vladimir, de “carcereiros”.

O filme de Maya vai concorrer com os portugueses “vitalina Varela”, de Pedro Costa; “O fim do mundo”, de Basil da Cunha, e o esperadíssimo “Technoboss”, de João Nicolau; “Bergmál”, de Rúnar Rúnarsson (Islândia); “Gato na parede”, de mina Mileva e Vesela Kazakova de Joe Talbot (EUA); “Douze Mille”, de Nadège Trebal (França); “Um ano voluntário”, de Ulrich Köhler e Henner Winckler (Alemanha); “Durante a revolução”, de Maya Khoury (Síria); A ciência de Fictions “, de Yosep anggi Noen; “Les Enfants d’ Isadora”, de Damien Manivel (França); “Longa noite”, de Eloy Enciso (Espanha); “Maternal”, de Maura Delpero (Argentina/Itália); “Altura do peso”, de Park Jung-bum (Coreia do Sul); e “terminal Sud”, de Rabah ameur-Zaïmeche (França).

Para julgar estas produções, Locarno montou um time formado pela cineasta alemã Valeska Grisebach, a produtora holandesa Ilse Hughan, o ator argentino Nahuel Pérez BISCAYART, o crítico italiano Emiliano Morreale e a diretora francesa Catherine Breillat (de ” Romance “), que preside essa esquadra de artistas.

Locarno termina no dia 17, com a premiação e a projeção do melodrama japonês “até os confins do mundo”, de Kiyoshi Kurosawa.

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