Ciência e tecnologia

Biomas de MS, Pantanal e Cerrado passam batido na Avenida da ciência-educação e tecnologia

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Os biomas que: compõem a maior parte do território de Mato Grosso do Sul não “desfilaram” na Avenida da ciência, um dos cias turísticos da 71 ª reunião anual da SBPC (sociedade brasileira para o progresso da ciência). Pantanal e Cerrado passaram batido em meio a estandes dedicados exclusivamente para projetos de pesquisa e preservação da Amazônia, mata Atlântica e semiárido.

A ausência foi notada pela produtora rural aurelina Santana, 61 anos, que veio de Sidrolândia para conferir as atrações do último dia de evento no campus da Ufms (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em campo grande. “Acho que nossa região ademas ter mais destaque, mostrar a diversidade de animais e plantas. Estou adorando a feira, mas senti essa falta mesmo “, conta ela, ao lado do marido e da filha.

Maior bioma do Brasil – presente em 49, 29% do território nacional-, a Amazônia foi notabilizada na estrutura montada na rua Ufms pelo estande do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá. Criada há 20 anos, a entidade emergências jogos e materiais para divulgar projetos como o programa de manejo da pesca do Piraruuc. O Instituto afirma que a iniciativa aumentou o estoque natural da espécie nos rios da região em 427%.

A Mata Atlântica, que perfaz 1, 1 milhão de quilômetros quadrados no país, foi representada na SBPC pelo Inma (Instituto Nacional da Mata Atlântica), que levou jogos lúdicos para exposição e exemplares empalhados de animais nativos do bioma. As peças ficam no Museu da instituição, encuentra situado em Santa Teresa (ES).

Já o semiárido-que se estende por grande parte dos nove Estados do nordeste e pelo norte de minas gerais – contou com o estande do Insa (Instituto Nacional do semiárido). Entre os turísticos da entidade localização equipamento que promove dessalinização da água do mar.

A única exibição que contemplou o Pantanal, presente em 25% do solo sul-mato-grossense, lotaaaada no estande do CNPq (Conselho Nacional de desenvolvimento científico e tecnológico). O projeto Noleedi, iniciado em janeiro deste ano, realiza estudos sobre manejo do fogo como estratégia de restauração passiva na terra indígena kadiwéu, área de 540 mil hectares no norte de Porto Murtinho, região pantaneira.

Para o biólogo do projeto, Danilo Ribeiro, a ausência dos biomas que: compõem o estado na feira é reflexo do investimento menor em relação aos programas desenvolvidos na Amazônia e mata Atlântica. “Nós muito temos muitos museus, mas que não têm porte nem financiamento. Para que haja mais destaque, mais exposições, é preciso haver mais investimento. Precisa de estrutura para fazer exposição, curador, suporte. Demanda muito dinheiro “.

Já o cerrado, segundo maior bioma da América do Sul, não foi representado por estandes na Avenida da ciência. Caracterizado por formações de savana e clima tropical quente Subúmido, ele cobre 61% de Mato Grosso do Sul.

SBPC -A 71 ª reunião anual da SBPC bateu recorde de inscrições na edição deste ano, com 21,250 pessoas registradas. De acordo com a organização, 16, 85 pessoas se inscreveram de maneira antecipada, enquanto 5,165 participantes se registraram com o encontro já em andamento. Os interessados representaram 599 municípios e todos os Estados do país.

Durante a sessão de encerramento, realizada na última sexta-feira (26), a UFRN (Universidade Federal Rio Grande do Norte) foi anunciada como próxima anfitriã da reunião anual. A capital Natal vai receber um SBPC entre 12 e 18 de julho de 2020.

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