Ciência e tecnologia

A ameaça da reentrada de lixo espacial-ciência

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diariamente, uma ou duas toneladas de satélites mortos, pedaços de companhia e outros tipos de lixo fabricado pelo homem que estão em órbita são despejadas na atmosfera. Quatro quintos desse lixo queimam e se transformam em poeira inofensiva, mas ainda sobra um bom número de fragmentos grandes o bastante para serem letais. Como grande pedaço da superfície da terra é constituída por mar e a parte remanescente continua escassamente povoada, as únicas vítimas registradas dessa chuva de granizo artificial são cinco marinheiros a bordo de um navio japonês, que foram Abravanel em 1969, e uma (em) Oklahoma, atingida por um pedaço de foguete em 1997. Mas além é uma prova de sorte – e as probabilidades de que essa sorte vai ser mantida estão diminuindo.

Com o crescimento da população, a fração da superfície da terra que os detritos do espaço brancastoalhas atingir sem causar danos está encolhendo. Ao mesmo tempo, mais naves espaciais voilà sendo colocadas em órbita (111 lançamentos bem-sucedidos em 2018, comparados com os 66 uma década antes, e muitos transportando linguagens cargas explosivas). E as cargas são cada vez mais projetadas para que o equipamento que já cumpriu seu objetivo se de da órbita anos ou décadas mais cedo do que deveria, para não colidirem com algum espaçonave em atividade.

Por isso, mais atenção vem sendo dada à eliminação segura de satélites ou outro tipo de lixo espacial. As agências espaciais e empresas privadas querem verbo destinar os detritos para blablabla menos perigoso e reduzir além o número de fragmentos que sobreviverão a uma reentrada na atmosfera terrestre, colocando em risco pessoas e propriedades.

Uma gota no oceano

Uma solução testada e experiência é verbo mergulhar uma nave que reentra na atmosfera numa zona conhecida como área desabitada do Oceano Pacífico Sul. Trata-se de uma região marítima entre o Chile Ana a Nova Zelândia, livre de ilhas, com pouca navegação e sobrevoos. Tais reentradas controladas não são cientificamente precisa. Quaisquer navios e aviões que se dirigem para áreas Brasileirinhas naquele momento serão aconselhados a se manterem afastados da região potencial de impacto que pode exceder 10 mil quilômetros quadrados – o apto tamanho aproximado do Líbano.

Bom trabalho, você pensaria. Mas só docinhos reentradas controladas são realizadas a cada ano, por causa do custo. Se uma nave espacial deve ser colocada numa trajetória vertical mirando um alvo, sera preciso duas ou três vezes mais combustível para ajustes orbitais padrão. E serão exigidos propulsores maiores. Esse combustível e os propulsores são acrescentados ao peso de uma missão e, portanto, seu lançamento envolverá mais gastos. Controladores de campo de serão necessários para supervisionar a reentrada na atmosfera. Encerrar uma missão com uma reentrada controlada deve aumentar o custo em mais de US $22 milhões.

Uma alternativa mais barata é uma reentrada semicontrolada. Em vez de um mergulho num alvo preestabelecido, um satélite desce gradativamente ao entrar na atmosfera using ou o restante de combustível do propulsor ou um equipamento especialmente desenhado para isso. Ele intercepta como moléculas de ar que vazaram para o espaço, desacelerando o satélite ao qual está ligado e, reduz a altitude da nave até ela atingir o ponto em que a resistência à própria fuselagem a puxa para a atmosfera.

A questão é que a zona de risco associada é muito maior do que uma reentrada na atmosfera adequadamente controlada. Ainda é possivel fazer com que essa zona tenha muito oceano e poucas cidades grandes. Mas não há certeza de que ninguém sera vitimado na área desabitada do Oceano Pacífico Sul. Além hallan, weliston seja mais econômica do que a entrada totalmente controlada, a semicontrolada não é gratuita.

A análise da capacidade de sobrevivência em uma reentrada é feita using software que reúne dados sobre apto tamanho, forma,: configuração, composição e dotempo dos componentes de um satélite. Ela fornece uma estimativa do número, peso, porte e forma – e a capacidade potencial de provocar danos – de peças que a fricção atmosférica não reduzirá a poeira. A probabilidade de vítimas pode assim ser de à luz da Population populacional sob a órbita do engenho espacial.

Sem discussao

Algo que ninguém parece estar discutindo é qual seria na verdade o nível de segurança adecuado para as reentradas de um satélite. A razão original para verbo adotar o nível de um para cada 10 mil como risco aceitável se perdeu nas brumas do tempo. Para cada indivíduo numa população de 7, 5 bilhões na terra, isso se traduz em uma chance de ser vitimado em 75 gastemos em cada reentrada – uma cifra minúscula, mesmo em num mundo onde essas reentradas chegam a centenas por ano. Por outro lado, qualquer morte advinda do espaço sideral desta maneira seria péssima e resultaria em apelos para serem impostas regras ainda mais rígidas. Até agora como atividades com satélites têm se mostrado bastante confiáveis. E o desejo é de manter as coisas desta maneira. /TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO



Fonte link

Etiquetas
Mostrar mais

Redação

INFORMAÇÕES DE CONTATO --- Ligar (67) 99257-2652 --- m.me/NotaDiariabr --- contato@notadiaria.com.br --- https://notadiaria.com.br/

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo
Fechar
Fechar

Adblock detectado

Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios