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Cabeleireira vai a júri popular e é condenada há sete anos de prisão

Julgamento durou aproximadamente 13 horas, no Fórum do município, onde Joice foi condenada por dois crimes

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Cabeleireira Joice Espíndola da Silva, 35 anos, acusada pela morte do vendedor Camilo de Freitas da Silva de 28 anos com uma facada no peito suspeita de matar, foi a júri popular nesta última quarta-feira (21), em Três Lagoas.

Julgamento durou aproximadamente 13 horas, no Fórum do município, onde Joice foi condenada em seis anos pelo crime de homicídio e um ano de reclusão pelo crime de corrupção de menor, totalizando o total de sete anos. Devido ao cumprimento de um ano e três meses de pena em regime fechado a sentença será cumprida em regime aberto, com o uso de tornozeleira, onde ela não poderá se deslocar para fora de sua residência, pois haverá a penalidade de voltar a cumprir a pena em regime fechado novamente.

O CASO

Em maio de 2018, Joice Espíndola de Castro, foi suspeita de assassinar o vendedor Camilo de Freitas da Silva com um golpe de faca no peito, dias após estar foragida se apresentou na Delegacia de Polícia Civil do município de Três Lagoas.

O delegado Rodrigo Sperancim, do 1º Distrito Policial, revelou que manteve contato com advogados e que a apresentação da cabeleireira fazia parte do andamento do inquérito que investiga o homicídio.

Havia outras pessoas envolvidas no crime como testemunhas, entre elas, três filhos e a mãe de Joice, onde prestaram depoimento. Larissa, estava com o marido quando ele teria sido atacado por Joice, numa briga do casal. A mulher carregava uma criança de dois anos, sua filha, quando a cabeleireira teria intervido na discussão e assassinado Camilo.

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