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Brasil e o Mundo

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Alm de testes de casos suspeitos, sade se preocupa com novidade ameaa

(foto: Fred Bottrel/EM/D.A Press – 25/3/20)

Ao atingir a marca de 3.669.995 casos confirmados de COVID-19, com um totalidade de 116.580 pessoas mortas pela doena, o pas passa a ter mais um foco com que se preocupar. Aps a confirmao do primeiro caso de reinfeco pelo novo coronavrus documentado em uma publicao cientfica, um sinal de alerta foi aceso no mundo com a novidade possibilidade, capaz de mudar o entendimento da doena at o momento. S no Brasil h 20 suspeitas de novas infeces aps os pacientes terem sido considerados curados.

Os casos so investigados pela Universidade de So Paulo (USP) e pela Fundao Oswaldo Cruz (Fiocruz), sendo 16 suspeitas em So Paulo e outras quatro no Rio de Janeiro. A primeira apurao comeou no incio de agosto, quando um estudo fundamentado no caso de uma enfermeira de 24 anos, feito pelo Hospital das Clnicas da Faculdade de Medicina de Ribeiro Preto, concluiu que, apesar de raros, a reinfeco e adoecimento por COVID em mais de uma ocasio so eventos possveis.

Em maio, a profissional foi infectada pelo novo coronavrus e um teste molecular RT-PCR confirmou o resultado positivo. Depois de apresentar melhora dos sintomas, a paciente passou 38 dias assintomtica e trabalhou normalmente at que, em 27 de junho, acordou com novos sintomas, que se agravaram e se manifestaram de forma mais severa do que na primeira vez. Novo teste indicou que ela estava novamente infectada pela COVID-19.

Foi o segundo caso de possvel reinfeco no mundo. A primeira suspeita surgiu na cidade de Boston, nos Estados Unidos, e foi descrita na revista American Journal of Emergency Medicine, em junho. No entanto, o caso de Hong Kong o primeiro a concluir a reinfeco pela COVID-19 por diferentes tipos de linhagem. De consonância com os pesquisadores, essa caracterstica serve uma vez que um dos elementos que ajudaram a confirmar que se trata de uma reinfeco e no um resqucio da antiga doena.

No caso da tcnica de enfermagem brasileira, no h uma vez que saber se o primeiro contato com o vrus se difere do segundo, j que a modelo inicial foi descartada. “No tivemos a oportunidade de fazer o mapeamento gentico no primeiro teste positivo, porque a modelo foi descartada. Isso nos impediu de confrontar as cepas”, explica o professor da USP que anunciou o estudo, Fernando Bellissimo. “A nossa pesquisa tem mais evidncias epidemiolgicas e laboratoriais. Conseguimos observar os sintomas nas duas infeces da paciente, por exemplo. Mas a cincia moderna valoriza mais esses dados moleculares.”

Ainda assim, as anlises brasileiras j apontavam para a possibilidade de reinfeco, que “traz implicaes clnicas e epidemiolgicas que precisam ser analisadas com desvelo pelas autoridades em sade”.

No Brasil

3.669.995 casos

116.580 mortes

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